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Dias antes de Hyara Flor ser morta com um tiro em Garatinga, cidade localizada no extremo sul da Bahia, fotos íntimas da sogra e do tio dela teriam sido vazadas em um aplicativo de mensagens, de acordo com a advogada da família da adolescente cigana, Janaína Panhossi. Entretanto, não há informações detalhadas sobre como ocorreu o vazamento das imagens. O delegado responsável pelo caso, Robson Andrade, foi contatado pelo G1, mas não divulgou mais informações sobre a nova revelação, afirmando que os depoimentos do caso permanecem em sigilo. As fotos íntimas supostamente evidenciavam um relacionamento extraconjugal entre a sogra e o tio de Hyara. A família acredita que o assassinato pode ter sido uma vingança por essa traição, que já era conhecida na comunidade cigana. Janaína Panhossi, a advogada da família, ressalta que, apesar da existência das fotos, não é possível afirmar que o vazamento das imagens foi a motivação do crime. Após o ocorrido, o marido de Hyara e os sogros fugiram da cidade. A polícia suspeita que o principal autor do crime seja o marido da vítima, um adolescente de 14 anos, cujo nome não foi divulgado. No entanto, até o momento, nem o suspeito nem seus familiares foram encontrados. Hyara Flor, também com 14 anos, foi baleada no queixo dentro da casa em que vivia com o marido e não resistiu ao ferimento, falecendo no Hospital Municipal de Guaratinga em 6 de julho. Uma pistola calibre 380, com dois carregadores e munições, foi encontrada dentro da residência e apreendida para perícia. Segundo a necropsia realizada, o tiro resultou em asfixia por sangue, levando à morte da adolescente. O crime ocorreu cerca de 45 dias após o casamento da jovem com outro adolescente de 14 anos, também membro da comunidade cigana, que está atualmente foragido.

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