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O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação civil pública contra a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) após investigações revelarem casos de assédio moral contra profissionais da Assessoria de Comunicação e do Sistema de TV e Rádio (Surte). A ação, que decorreu de investigações entre março e maio, critica a universidade por não ter tomado medidas imediatas após as queixas serem feitas à Ouvidoria da instituição. Os funcionários denunciaram invasão de privacidade nas redes sociais e posterior difamação por perfis falsos. Tatiana Sento-Sé, autora da ação, pede indenização por danos morais coletivos de R$100 mil e o afastamento imediato do principal acusado de todos os três cargos que ocupava na direção da Uesb. A sindicância realizada pela Reitoria em maio recomendou a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra quatro servidores e sugeriu medidas para combater o assédio. No entanto, quase três meses se passaram e nenhuma ação foi tomada. Em nota, a Uesb afirmou que sua equipe jurídica está acompanhando o caso e reiterou seu compromisso ético contra o assédio moral no ambiente de trabalho.

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