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Na sexta-feira (06), o delegado Roberto Leal, da 9ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), informou em entrevista à TV Bahia sobre a chacina em Jequié ocorrida na quinta-feira (5) que vitimou seis membros de uma família cigana. Leal ressaltou que diversas linhas de investigação estão sendo exploradas, entre elas, vingança, crime patrimonial e outras possíveis motivações. “Há informações sobre um conflito antigo entre famílias ciganas, mas nada está confirmado”, acrescentou. Entre as vítimas estavam Lindinoval de Almeida Cabral, Natiele Andrade de Cabral, que estava grávida, e Lainy Andrade Barreto. Os corpos foram sepultados no Cemitério São Sebastião. Outras vítimas, Sulivan Cabral Barreto, Elismar Cabral Barreto e Maiane Cabral Gomes, foram encaminhadas para Presidente Tancredo Neves. Interessante ressaltar que dois dias antes da chacina, Iomar Barreto Cabral, 22, foi assassinado na BR-116. Iomar era pai de Lainy e marido de Natiele. Até o momento, a polícia não estabeleceu conexão entre os dois eventos. O caso é uma continuação de uma tragédia ocorrida no bairro Amaralina, em Jequié. Seis pessoas foram brutalmente assassinadas em sua própria casa. A Polícia Militar, acionada por moradores locais, chegou à cena do crime e encontrou todas as vítimas já sem vida. A Escola Municipal Dr. Carlos Aguiar Ribeiro, onde Lainy estudava, junto à Prefeitura de Jequié, expressou seu pesar pelo trágico evento. A nota de pesar ressaltava a perda dolorosa da jovem aluna e extendia condolências a toda a família. A Polícia Civil ainda não retornou com atualizações sobre as investigações.

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