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Em 2023, a Bahia enfrenta uma alta nos números de contaminação pelo vírus H1N1, uma variante da gripe com potencial para complicações respiratórias graves. Segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB), Vitória da Conquista surge como uma área de preocupação, posicionando-se como o terceiro município com maior registro da doença no estado, com 5,6% dos casos. Até setembro deste ano, a SESAB notificou 8.742 casos de doenças respiratórias em todo o estado. Destes, 446 (5,1%) foram confirmados para Influenza, nome técnico para o H1N1, resultando em 37 óbitos. Salvador lidera a lista com 40,8% das notificações, seguido por Feira de Santana com 9,6%. As crianças de até quatro anos têm sido as mais acometidas pela doença, enquanto os idosos, especialmente entre 70 a 79 anos, apresentam a maior taxa de letalidade, atingindo 37,5%. O infectologista Dr. Roberto Badaró destaca a semelhança dos sintomas do H1N1 com os da Covid-19. Ele enfatiza a rápida progressão da doença, que pode avançar de uma febre moderada a complicações como pneumonia e falência respiratória, culminando em óbitos em alguns casos. A vacinação é a principal defesa contra o H1N1. Além disso, medidas como lavar as mãos frequentemente, usar máscaras e manter uma alimentação equilibrada são essenciais para proteção. O especialista enfatiza a importância da conscientização da população, especialmente em áreas como Vitória da Conquista, para conter a propagação do vírus.

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