Por: Redação / Blog Sudoeste | qua, 17/06/2026 - 07:00
O dia 16 de junho de 2026 entrou para a história do futebol mundial. Na estreia da Argentina pelo Grupo J da Copa do Mundo da FIFA, Lionel Messi marcou os três gols da vitória sobre a Argélia e alcançou a marca de 16 gols em Mundiais, igualando o recorde do alemão Miroslav Klose como o maior artilheiro da história do torneio.
Com o desempenho nesta partida, o camisa 10 argentino chegou a 24 participações diretas em gols, somando 16 gols e 8 assistências em 27 jogos disputados. O feito coloca Messi no topo do ranking histórico de participações em gols em Copas, superando a marca de Pelé, que detinha o recorde com 21 participações em 14 partidas.
A vitória na estreia coloca a Argentina na liderança isolada de sua chave. O Grupo J ainda conta com Áustria e Jordânia, que se enfrentam nesta quarta-feira (17).
O próximo compromisso da seleção argentina está marcado para o dia 22 de junho, contra a Áustria. Já a Argélia volta a campo no dia seguinte, em confronto contra a seleção jordaniana.
Uma explosão deixou, pelo menos, 22 feridos numa área industrial localizada em Ezeiza, na Grande Buenos Aires, na Argentina, na noite da última sexta-feira (14). Dois helicópteros foram acionados e 40 agentes atuaram no local para conter as chamas e danos, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Uma indústria de produtos químicos, depósitos do setor agropecuário e de fertilizantes, além de uma fábrica de plásticos foram atingidos pelo incêndio. As chamas alcançaram 20 metros de altura. A causa do incidente, no entanto, ainda é desconhecida e moradores da região foram evacuados. Apesar do maior aeroporto internacional da Argentina estar localizado na cidade de Ezeiza, a 20 quilômetros do incidente, as autoridades trouxeram informações de que nenhum dos voos programados para horários próximos foi afetado até então.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou, nesta terça-feira (15), a extradição de 63 brasileiros investigados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, que estão foragidos na Argentina. O pedido atendeu a uma solicitação da Polícia Federal (PF) e foi encaminhado ao Ministério da Justiça. Agora, o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) irá avaliar se a requisição está em conformidade com tratados internacionais. A informação foi divulgada pelo portal G1 e confirmada pela Gazeta do Povo. O caso corre em sigilo e detalhes sobre a decisão ainda não foram divulgados pela Corte. Brasil e Argentina são signatários do Acordo de Extradição entre os Estados Partes do Mercosul, promulgado em 2006 pelo então presidente Lula (PT). O tratado prevê que os países membros devem entregar, reciprocamente, pessoas procuradas pelas autoridades de outro país. Assim, os investigados podem ser processados ao retornarem aos seus países de origem, responder a processos em andamento ou cumprir penas já impostas. Após a análise do DRCI, a solicitação será encaminhada ao Ministério das Relações Exteriores, que conduzirá as negociações com as autoridades argentinas sobre a extradição. Contudo, não há um prazo definido para a prisão e transferência dos investigados de volta ao Brasil.