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"Lagoa Real"

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu nesta segunda-feira (27) a situação de emergência na cidade de Lagoa Real, no sudoeste da Bahia. Com essa medida, o município está apto a solicitar recursos do Governo Federal para executar ações de defesa civil. Cidades que recebem o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. A solicitação deve ser feita através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). As informações enviadas pelos municípios em seus planos de trabalho são avaliadas pela equipe técnica da Defesa Civil Nacional, que analisa as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, é publicada uma portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado. Além disso, a Defesa Civil Nacional oferece diversos cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. Essas capacitações são focadas em agentes de proteção e defesa civil em todas as esferas de governo, visando melhorar a eficiência na gestão de desastres e na execução de ações de defesa civil.

Os vereadores da cidade de Lagoa Real, no sudoeste da Bahia, anunciaram a decisão de instaurar uma Comissão de Investigação Processante (CIP) para apurar uma denúncia contra o prefeito Pedro Cardoso Castro (MDB) e o presidente da Câmara, Ancelmo Pessoa Ferreira, também do MDB. Segundo o vereador Santo Batista de Almeida, conhecido como Santão (PSD), há fortes indícios de que a prefeitura teria realizado pagamentos no valor de R$ 347 mil para empresas “laranjas”, supostamente de propriedade do presidente da Câmara. Santão destacou que um dos supostos proprietários de uma das empresas citadas nas denúncias é uma pessoa humilde, que trabalha como diarista. Ele mencionou que empresas de transporte, material de construção e postos de combustíveis estariam envolvidas nas alegações. O vereador apontou a existência de notas fiscais emitidas com valores exorbitantes em nome de empresas que, segundo ele, nunca prestaram serviços ou realizaram obras no município. Ele ressaltou que a maioria dos membros da Câmara Municipal está a favor da investigação das denúncias. “Já estamos com os contratos em mãos e na sexta-feira vamos apresentar o pedido de requerimento para a abertura da CPI e a formação da comissão”, afirmou Santão.

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