O senador Angelo Coronel, do Republicanos, declarou que pretende apoiar o senador Flávio Bolsonaro, do PL, pré-candidato à Presidência, nas eleições presidenciais de outubro. A declaração foi feita na manhã de segunda-feira (6), durante entrevista à Rádio Antena 1 de Salvador.
Coronel, que atualmente disputa a reeleição ao Senado Federal pela base de oposição na Bahia, foi eleito ao cargo em 2018 na base governista do então governador Rui Costa, do PT. Segundo o senador, sua decisão de apoiar o filho de Jair Bolsonaro não foi motivada por questões políticas, mas pela relação pessoal que mantém com o presidenciável.
"Por ser amigo pessoal, um colega de Senado, eu não vou deixar de votar no amigo Flávio para votar em outro com quem não tenho nenhuma relação. Isso é o que vou fazer nas eleições, com total independência e de cabeça erguida para falar com coragem", afirmou Coronel durante a entrevista.
O senador também afirmou que as lideranças locais não irão influenciar as escolhas nacionais e que as pessoas irão decidir por conta própria. "Na eleição para presidente, engana-se quem acha que uma liderança local vai influenciar. O povo escolhe por conta própria. A liderança do município influencia na eleição do governador e do senador. Ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente", declarou.
A chapa da oposição que irá disputar as eleições para o governo da Bahia neste ano foi oficializada na noite de segunda-feira (30) durante evento político em Feira de Santana. A composição reúne o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, do União Brasil, como pré-candidato ao governo, e o prefeito de Jequié, no Sudoeste da Bahia, Zé Cocá, do PP, como pré-candidato a vice-governador. Para o Senado, os nomes são João Roma, do PL, e o senador Ângelo Coronel, do Republicanos.
O anúncio foi feito durante evento liderado pelo prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, do União Brasil, com presença de presidentes de partidos, deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e lideranças de diversas regiões do estado. O encontro simboliza o alinhamento do grupo oposicionista para enfrentar a chapa do governador Jerônimo Rodrigues, do PT, que deve disputar a reeleição.
A escolha de Zé Cocá como vice havia sido antecipada na última quinta-feira (26), quando ACM Neto esteve em Jequié para fazer o convite oficial ao prefeito. Considerado um dos prefeitos mais influentes da Bahia, Cocá chega à chapa com a missão de ampliar a capilaridade política no interior do estado.
Durante o evento, José Ronaldo exaltou a inclusão do interior na composição. "A decisão de trazer o interior pra dentro da chapa é o reconhecimento da força do interior, reconhecimento de quem constrói essa Bahia todos os dias", declarou o prefeito de Feira de Santana. ACM Neto afirmou que não terá um dia de descanso para trabalhar pela mudança na Bahia.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), oficializou nesta quinta-feira (26) o convite ao prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), para integrar sua chapa como pré-candidato a vice-governador. O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa no município.
O evento reuniu diversas lideranças políticas, entre elas o vice-prefeito de Jequié, Flavinho Santana (União Brasil), a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), o deputado federal Leur Lomanto Jr. (União Brasil) e o ex-deputado e presidente estadual do PP, Cacá Leão.
Durante a coletiva, ACM Neto destacou a trajetória política e administrativa de Zé Cocá e afirmou que o nome do prefeito surgiu como consenso dentro do grupo político. Segundo ele, o gestor reúne qualidades que fortalecem a chapa, além de representar Jequié e toda a região.
O pré-candidato também ressaltou a experiência de Zé Cocá, lembrando sua atuação como prefeito de Lafaiete Coutinho, deputado estadual, prefeito de Jequié e presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB). Para Neto, o convite simboliza o reconhecimento da importância regional de Jequié no cenário estadual.
Em seu discurso, ACM Neto fez críticas à atual gestão estadual, especialmente nas áreas de segurança pública e saúde, e defendeu a necessidade de mudança no governo. Ele afirmou que pretende trabalhar para garantir mais segurança à população e ampliar o acesso a serviços de saúde no interior.
Ainda durante a coletiva, o ex-prefeito destacou a importância de investimentos no interior do estado, com foco na agricultura, irrigação e geração de emprego, apontando a necessidade de políticas públicas voltadas ao semiárido baiano.
O pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (26) que vai a Jequié, no Sudoeste da Bahia, para fazer o convite formal ao prefeito Zé Cocá (PP) para integrar sua chapa como candidato a vice-governador nas eleições de 2026. O anúncio foi feito em entrevista à rádio Metrópole.
"Vou fazer o convite formal e oficial para que Zé Cocá renuncie à prefeitura e aceite esse desafio de nos acompanhar na missão de mudar a Bahia", declarou Neto. Além do prefeito, a reunião deve contar com o vice-prefeito Flavinho e vereadores do grupo político.
Natural de Itiruçu e prestes a completar 50 anos em abril, Zé Cocá tem longa trajetória na política baiana. Foi secretário e prefeito de Lafaiete Coutinho, exerceu mandato como deputado estadual e presidiu a União dos Municípios da Bahia (UPB). Reeleito em 2024 à frente da Prefeitura de Jequié com 92% dos votos válidos, ele seria um dos nomes mais expressivos da política municipal do Sudoeste a integrar a disputa estadual.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) começou, nesta quarta-feira (25), a enviar mensagens de texto para eleitores e eleitoras que ainda não realizaram a coleta biométrica no estado. O contato está sendo feito por meio do canal oficial do órgão no WhatsApp, utilizando o número (71) 3373-7000. Para regularizar a situação, os eleitores baianos devem comparecer aos cartórios eleitorais ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral até o dia 6 de maio. É necessário apresentar um documento oficial com foto e um comprovante de residência atualizado, emitido há no máximo três meses. O cadastro biométrico inclui a coleta das impressões digitais, assinatura e fotografia. Os postos de atendimento estão disponíveis em toda a Bahia, e os endereços e horários de funcionamento podem ser consultados no site do TRE-BA.
De acordo com dados do Portal de Business Intelligence do Tribunal, 650.303 pessoas ainda não fizeram a biometria no estado. Em Salvador, o número chega a 108.590 eleitores sem cadastro biométrico. Em seguida aparecem Feira de Santana, com 27.319, Vitória da Conquista, com 16.551, e Camaçari, com 12.498 eleitores nessa situação. Na quarta-feira (7/5), os serviços relacionados ao cadastro eleitoral, como a coleta da biometria, serão suspensos, conforme prevê a legislação eleitoral, para que a Justiça Eleitoral organize o pleito. O encerramento do cadastro ocorre 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para o dia 4 de outubro, conforme estabelece o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997.
Em caso de dúvidas sobre a situação eleitoral, os cidadãos podem acessar o site www.tre-ba.jus.br ou entrar em contato com o Núcleo Virtual de Atendimento aos Eleitores (NAVE) pelo telefone (71) 3373-7000.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou nesta segunda-feira (23) que deixará o cargo no dia 30 de março para disputar uma vaga no Senado Federal pela Bahia nas eleições de 2026. A confirmação foi feita em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record. Segundo o ministro, o dia 30 será marcado por uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para balanço da gestão e formalização da transição com os novos ocupantes das pastas.
Rui Costa projetou que entre 17 e 18 ministros ou pessoas em cargos de destaque no governo federal devem deixar seus postos para se candidatar nas eleições deste ano. O ex-governador da Bahia também defendeu que o debate eleitoral de 2026 seja pautado por propostas e resultados, e não por polarização.
Em outubro, serão disputadas duas vagas ao Senado pelo estado da Bahia.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), renunciou ao cargo neste domingo (22) para se dedicar à pré-campanha à Presidência da República. Com a saída, o vice-governador Mateus Simões (PSD) assumiu o Executivo estadual.
Simões foi empossado durante a manhã na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Em discurso, afirmou que o estado pode contar com sua dedicação integral à gestão. Uma cerimônia no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, marcou a transferência simbólica do cargo. Simões já é apontado como possível candidato ao governo de Minas nas eleições de 2026.
Zema havia anunciado sua pré-candidatura à Presidência em agosto de 2025. O político declarou que pretende seguir como cabeça de chapa e negou articulações para alianças com o senador Flávio Bolsonaro (PL) ou com partidos da direita tradicional.
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