Uma bebê de um ano morreu após passar o dia em uma creche clandestina em Ceilândia, no Distrito Federal. O caso foi registrado na quinta-feira (11) e é investigado pela Polícia Civil. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi asfixia, mas o laudo que vai detalhar a dinâmica do ocorrido deve ser concluído em até 30 dias. A criança, identificada como Laura Rebeca, foi deixada no local pela primeira vez. A mãe, a cabeleireira Lorraine Stephanie, afirmou que precisou recorrer ao serviço por não conseguir vaga na rede pública e confiou na indicação de conhecidos. A casa onde funcionava a creche fica próxima ao salão onde ela trabalha. Ao retornar para buscar a filha, encontrou a bebê já sem vida. De acordo com a mãe, a responsável pelo local apresentou versões diferentes sobre o que teria acontecido. Em um dos relatos, disse que a criança dormiu após se alimentar e foi encontrada desacordada algum tempo depois. Em outra versão, afirmou que o bebê conforto teria virado. Já em um terceiro relato, disse que precisou se ausentar e deixou a criança sob os cuidados do marido. Na sexta-feira (12), o imóvel estava fechado e não havia crianças no local. A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que não existe creche credenciada no endereço e que vai apurar o caso. A cuidadora deve prestar depoimento oficial nos próximos dias. A reportagem tentou contato com a responsável pelo local, mas não obteve retorno.
Um bebê de um mês morreu asfixiado na noite de quinta-feira (20) em Curaçá, no norte da Bahia. A criança, identificada como João Miguel Marques da Silva, foi encontrada sem vida após a mãe adormecer sobre ela. O bebê completaria dois meses na próxima quarta-feira (26). De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher chegou à residência, localizada no bairro Alto da Lora, por volta das 18h, aparentando sinais de embriaguez. Ela se deitou na cama onde o filho estava e acabou dormindo. Ao despertar, percebeu que havia se deitado sobre o bebê, que já não apresentava sinais vitais. A mãe pediu socorro, mas João Miguel já estava morto. A mulher foi levada para a Delegacia Territorial de Curaçá, onde prestou depoimento. A Polícia Civil informou que o caso é apurado como homicídio culposo, quando não há intenção de provocar a morte. A investigação inclui oitivas e outras diligências para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. O corpo do bebê foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Juazeiro.
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