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Bolivazinho Motos

Justiça condena Igreja Universal a devolver R$ 33 mil doados por aposentada com autismo

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Justiça condena Igreja Universal a devolver R$ 33 mil doados por aposentada com autismo
Foto: Divulgação

A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada pela Justiça de São Paulo a devolver R$ 33 mil a uma aposentada de 60 anos com autismo e a pagar R$ 8 mil de indenização por danos morais. A sentença é da juíza Daniela Murata, da 1ª Vara Cível de São Paulo, e ainda cabe recurso.


O caso remonta a 2022, numa unidade da Universal na Lapa, zona oeste de São Paulo. A mulher contou que passava por graves problemas familiares quando pastores a instruíram a "sacrificar" suas economias para alcançar a solução. A promessa: a doação afastaria "a ação demoníaca" que perturbava sua família. Quem não oferecesse o dinheiro, segundo ela ouviu, correria o risco de uma "maldição".


Na sentença, a magistrada classificou o episódio como coação moral e afirmou que a Igreja explorou tanto a fé quanto a fragilidade psicológica da autora. Um laudo médico anexado ao processo apontava déficit persistente de comunicação e interação social em múltiplos contextos, quadro compatível com o transtorno do espectro autista. Para a juíza, a doação deixou de ser voluntária e virou uma condição imposta: "A ameaça de um mal espiritual, na percepção de um fiel vulnerável, assume contornos de dano concreto e iminente."


A defesa da Universal sustentou que a aposentada tem plena capacidade de discernimento e que os valores foram ofertados de livre vontade, sem qualquer coação. A igreja afirmou que os fiéis não são obrigados a fazer doações e negou ter cometido ato ilícito. Nenhum desses argumentos convenceu a juíza.

Família de Dom Basílio lança campanha para ajudar menino de 8 anos em tratamento médico

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Família de Dom Basílio lança campanha para ajudar menino de 8 anos em tratamento médico
Foto: Reprodução/Arquivo Familiar

O pequeno Luiz Fernando, de 8 anos, natural de Dom Basílio, no Sudoeste da Bahia, enfrenta uma batalha pela vida. Diagnosticado com autismo nível 3, TDAH, epilepsia, Transtorno Desafiador Opositivo (TDO) e seletividade alimentar, o menino agora luta contra um nódulo no cérebro, identificado recentemente em exames médicos, com suspeita de neoplasia. De acordo com familiares, Luiz Fernando já chegou a apresentar até 10 crises epilépticas em um único dia, o que exige cuidados médicos intensivos e acompanhamento especializado contínuo. Atualmente, ele está em Barretos (SP), onde realiza exames e tratamentos de alta complexidade. A família, que tem se desdobrado para arcar com custos de medicamentos, exames e deslocamentos, iniciou uma campanha solidária para arrecadar recursos. Amigos e moradores de Dom Basílio têm se mobilizado, compartilhando a história e prestando apoio financeiro. Quem desejar contribuir pode fazer doações via Pix em nome da mãe de Luiz Fernando, Edicleide Alves da Silva, pela chave (77) 99194-1466. Toda ajuda é bem-vinda para garantir o tratamento e a esperança de recuperação do menino.

Menino autista de 13 anos é espancado por 10 colegas em escola municipal de Guanambi

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Menino autista de 13 anos é espancado por 10 colegas em escola municipal de Guanambi
Foto: Reprodução - Google Street View

Na última sexta-feira (22), um menino de 13 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi brutalmente agredido por colegas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. José Bastos, no bairro Vomitamel, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. O incidente ocorreu após o aluno retornar de um piquenique no parque, quando foi atacado por cerca de 10 alunos da instituição. De acordo com Ayala Fabrício, mãe da vítima, as agressões começaram na quadra da escola e continuaram dentro da sala de aula. Ela relatou que a motivação para o ataque foi uma aposta entre os estudantes, onde o perdedor começou a agredir seu filho. A mãe foi informada sobre o ocorrido por uma aluna no portão da escola e encontrou seu filho machucado. Ao questionar a diretora sobre o incidente, recebeu a resposta de que nada havia sido visto. Após o ataque, Ayala levou o filho para realizar exames médicos e procurou o Conselho Tutelar para denunciar o caso. Ela também tentou contato com a Secretaria de Educação local, mas não foi recebida. Atualmente, seu filho se recusa a voltar à escola devido ao trauma sofrido. A direção da Escola Dr. José Bastos e a Secretaria de Educação de Guanambi ainda não se pronunciaram sobre o caso, que está sendo investigado pela Polícia Civil. A família busca justiça e medidas para garantir a segurança do estudante e prevenir novos episódios de violência na escola.

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