Candidato ao Senado pela Bahia, o ex-ministro da Cidadania João Roma (PL) defendeu, na segunda-feira (17), a ampliação de programas de transferência de renda. Em entrevista à Rádio Princesa FM, o postulante afirmou que pretende levar ao Congresso uma agenda voltada à proteção de famílias em situação de vulnerabilidade, com foco especial no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e em políticas para mães atípicas.
Durante a conversa, Roma relembrou sua gestão à frente do Ministério da Cidadania. O candidato destacou que, sob sua administração, o benefício de transferência de renda passou de aproximadamente R$ 180 para um valor mínimo de R$ 600. Além disso, criticou a condução dos reajustes nos últimos anos, afirmando que as famílias têm sofrido restrições no suporte oferecido.
O ex-ministro também defendeu que os programas sociais devem servir como uma proteção temporária, integrando mecanismos que estimulem a entrada dos beneficiários no mercado de trabalho formal. Segundo Roma, é necessário combinar o suporte financeiro com estratégias que garantam a autonomia das famílias baianas diante da desigualdade no estado.


