A Prefeitura Municipal de Érico Cardoso causou polêmica ao homologar a contratação da banda Raça Negra por R$ 580 mil para se apresentar nas comemorações do aniversário da cidade, marcado para o dia 11 de abril de 2026. O contrato foi firmado por inexigibilidade de licitação, amparado pela Lei nº 14.133/2021, que permite a contratação direta de artistas consagrados e exclusivos. A decisão gerou intensa reação nas redes sociais e entre moradores, que questionaram a prioridade do gasto diante de problemas persistentes em serviços públicos essenciais no município. Em publicações, usuários criticaram não apenas o valor elevado do contrato, mas também a situação de estradas vicinais, saúde e transporte escolar. Segundo relatos de moradores, as estradas que conectam zonas rurais e áreas urbanas estão em condições precárias, dificultando o deslocamento diário e afetando atividades cotidianas. A infraestrutura das unidades de saúde também foi alvo de críticas, com relatos de dificuldades no atendimento e falta de recursos para garantir serviços adequados à população. Outra reclamação que circulou nas redes foi a situação dos ônibus escolares, descritos como em estado crítico, o que levanta preocupações sobre a segurança dos estudantes que dependem do transporte para chegar às escolas. Outros internautas defenderam que investimentos em áreas prioritárias deveriam ser feitos antes da contratação de atrações artísticas de custo elevado. A prefeitura divulgou a contratação oficialmente, justificando que a inexigibilidade é legal e que a apresentação integra a programação de aniversário do município. A banda Raça Negra é considerada um dos grupos mais conhecidos do país, com longa trajetória e popularidade consolidada, o que, segundo a administração, justificaria a escolha para o evento. O episódio acendeu um debate local sobre prioridades de gastos públicos, especialmente em um contexto em que serviços básicos e infraestrutura continuam sendo desafios para muitos moradores. Autoridades e líderes comunitários seguem discutindo a repercussão da contratação e seus impactos políticos e sociais para a gestão municipal.
A banda Calcinha Preta anunciou, na noite desta sexta-feira (21), a chegada de Mika Rodrigues e Marlus Viana ao grupo. Eles substituem a cantora Silvânia Aquino, que deixou a formação no dia 10 e, dias depois, assinou contrato com a empresa de Wesley Safadão. O anúncio foi feito nas redes sociais da banda. Com as mudanças, Mika e Marlus passam a integrar o time ao lado de Daniel Diau, Bell Oliver e O’hara Ravick. A banda sergipana, com mais de 25 anos de carreira, é conhecida pelo repertório romântico, pelas versões de clássicos internacionais em forró e por sucessos como “Manchete nos Jornais”, “Mágica” e “Baby Doll”. O grupo acumula 30 álbuns oficiais, 11 DVDs e projetos audiovisuais voltados para a internet, além de trilhas em novelas da TV Globo. A expectativa é que os novos vocalistas façam a primeira apresentação com a banda ainda nesta sexta-feira, em São Paulo. A agenda segue mantida, segundo a direção do grupo. Silvânia negou ao g1 Sergipe qualquer atrito com os demais integrantes e afirmou que sua saída ocorreu por “impasses contratuais”. Agora, ela forma com Berg Rabelo o projeto “Duas Paixões”, que resgata o romantismo característico da trajetória de ambos. A Camarote Shows informou que a estreia da dupla ainda não tem data definida.
A saída de Silvânia Aquino da banda Calcinha Preta continua repercutindo entre fãs e bastidores da música. A cantora anunciou seu desligamento na segunda-feira (10), em uma publicação nas redes sociais, e não detalhou os motivos da decisão. Segundo informações divulgadas pela coluna Oxente, Rio! do jornal Extra, o último show de Silvânia com o grupo, realizado no dia 1º de novembro no Espaço Hall, no Rio de Janeiro, ocorreu em clima de tensão. Pessoas próximas à produção afirmaram que Silvânia e a também vocalista O’hara Ravick teriam deixado de se falar e permaneceram em camarins separados, após desentendimentos nos dias anteriores. Ainda conforme a publicação, a imprensa aguardou por cerca de duas horas para entrevistar a banda, mas o grupo não atendeu aos jornalistas. Os bastidores teriam registrado momentos de pressão e desconforto entre empresários e integrantes. Apesar da tensão, o show do Festival Atemporal reuniu mais de 6 mil pessoas e marcou a despedida da cantora. Em nota oficial, Silvânia agradeceu aos fãs e à equipe e afirmou que leva sua história com a banda “com respeito e gratidão”. “A história não para por aqui”, escreveu. Silvânia integrou a Calcinha Preta pela primeira vez em 2000, deixou o grupo em 2016 e retornou em 2018. Já O’hara Ravick entrou na banda em 2023, após a morte de Paulinha Abelha. A formação atual segue com O’hara, Daniel Diau e Bell Oliver.
A cantora Silvânia Aquino anunciou na noite desta segunda-feira (10) que está oficialmente desligada da banda Calcinha Preta, após anos de trajetória marcada por grandes sucessos, turnês e forte vínculo com o público do forró. Em publicação nas redes sociais, a artista afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo e agradeceu todo o tempo em que integrou o grupo. “A Banda Calcinha Preta foi minha casa, o lugar onde cresci como artista. Essa história eu carregarei comigo para sempre, com o maior respeito e gratidão”, escreveu Silvânia. A cantora ressaltou o carinho pelo público e pelos colegas de banda, e reafirmou que sua carreira musical “não para por aqui”, mas entra em uma nova fase. Silvânia esteve em diferentes formações da Calcinha Preta, grupo criado em 1995 e reconhecido como um dos mais influentes do forró eletrônico no Brasil. Entre os sucessos da banda estão músicas como “Você Não Vale Nada” e “Ainda Te Amo”. A saída da vocalista reacende especulações iniciadas nos últimos dias, quando fãs apontaram a ausência de Silvânia em shows realizados em Itinga (MA) e Massaranduba (PB), e rumores de desentendimentos nos bastidores com a também integrante O’hara Ravick circulavam nas redes sociais. Até o momento, nem a banda Calcinha Preta nem o empresário da artista emitiram pronunciamento oficial sobre o ocorrido ou sobre os planos futuros de Silvânia.
A banda Calcinha Preta enfrenta um momento de tensão interna após o afastamento da cantora Silvânia Aquino, uma das vocalistas mais conhecidas do grupo. Segundo informações divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, Silvânia e O’hara Ravick, que também integra a formação atual, teriam se desentendido e passaram a evitar aparições conjuntas em shows e eventos. A ausência de Silvânia em apresentações recentes nas cidades de Itinga (MA) e Massaranduba (PB) chamou a atenção do público e gerou questionamentos nas redes sociais. Fãs cobraram explicações do empresário da banda, Diassis Marques, que ainda não se pronunciou oficialmente. De acordo com o perfil “O Garoto das News”, a saída temporária da artista teria sido uma decisão direta da produção da banda, o que surpreendeu os admiradores e alimentou rumores de crise entre os integrantes. Fontes próximas afirmam que o desentendimento teria começado após uma discussão nos bastidores, levando as cantoras a manter distância uma da outra. Até o momento, nenhum comunicado oficial foi emitido pela banda ou pela assessoria de Silvânia Aquino. O público segue aguardando esclarecimentos sobre o futuro da formação e a possível reconciliação entre as vocalistas.
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