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Gás de cozinha tem nova redução de preço na Bahia a partir desta segunda-feira

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Gás de cozinha tem nova redução de preço na Bahia a partir desta segunda-feira
Foto: Blog Sudoeste

Os consumidores baianos passam a pagar menos pelo botijão de gás de cozinha (GLP) a partir desta segunda-feira (3). A nova redução, confirmada pelo Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas), é reflexo da queda no valor repassado às distribuidoras.


A diminuição anunciada é de 7,1%, o que deve representar um desconto entre R$ 3 e R$ 4 no preço final ao consumidor. A entidade ressalta, no entanto, que o valor cobrado nas bombas pode variar conforme o revendedor e a região da Bahia onde o produto é comercializado.


Este é o segundo mês consecutivo em que o valor do GLP apresenta queda. Em julho, a Acelen já havia aplicado um corte de 6,9% no preço destinado às distribuidoras, movimento que também impactou o valor pago pela população. A expectativa do setor é de que o produto mantenha a tendência de maior acessibilidade no estado.

Propagandas de bets passam a exibir alertas obrigatórios sobre riscos financeiros nesta sexta

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Propagandas de bets passam a exibir alertas obrigatórios sobre riscos financeiros nesta sexta
Foto: Reprodução

Quem consumir anúncios de apostas online a partir desta sexta-feira (17) verá novas mensagens de alerta obrigatórias. As peças publicitárias das chamadas bets passam a exibir avisos sobre os riscos de dependência e perdas financeiras, seguindo diretrizes similares às adotadas para a publicidade de cigarros e bebidas alcoólicas no Brasil.


As empresas do setor devem incluir, de forma clara e legível na horizontal, uma das três mensagens estabelecidas pelo Ministério da Fazenda: "Apostar pode causar dependência", "Apostar faz você perder dinheiro" ou "Aposta não é investimento". O alerta deve ocupar, no mínimo, 10% do espaço total da peça publicitária.


A medida integra um conjunto de ações do governo federal para ampliar o controle sobre o mercado de apostas. Além dos avisos, uma portaria já em vigor estabelece restrições rígidas ao conteúdo dos anúncios. Fica proibido sugerir que as apostas são uma forma de ganhar dinheiro fácil ou alternativa ao trabalho, bem como associar a prática ao sucesso pessoal, financeiro ou social.


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçou que a fiscalização sobre empresas que operam fora das normas será intensificada. O governo mantém uma política de tolerância zero com plataformas ilegais, que não possuem autorização para operar ou anunciar no território nacional. As novas regras também proíbem o direcionamento de propagandas, direta ou indiretamente, a crianças e adolescentes.

ANP lança aplicativo para denúncia de preços abusivos e consulta de postos

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ANP lança aplicativo para denúncia de preços abusivos e consulta de postos
Foto: Blog Sudoeste

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) lançou a plataforma "ANP com VC - Postos", ferramenta que permite aos consumidores consultar dados de estabelecimentos autorizados e registrar denúncias, inclusive sobre suspeitas de preços abusivos. A ferramenta já está disponível para acesso via celular ou computador.


Por meio da localização do dispositivo ou pesquisa por município, o usuário pode visualizar postos próximos e conferir o histórico de fiscalizações dos últimos cinco anos. O sistema detalha resultados de análises de qualidade, quantidade fornecida nas bombas e a origem do combustível vendido. Segundo a agência, a medida visa ampliar a transparência, já que postos podem vender produtos de fornecedores diferentes da marca exibida na fachada, desde que a informação seja clara ao cliente.


Os estabelecimentos também recebem uma nota de qualidade, de zero a cinco, baseada no histórico de conformidade. No mapa do aplicativo, essa classificação é sinalizada por cores, variando do vermelho ao verde. Além da consulta, a plataforma traz botões específicos para o envio de denúncias sobre irregularidades diversas e práticas de preços abusivos diretamente à ANP.

Câmara aprova fim da tarifa mínima de água e esgoto no país

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Câmara aprova fim da tarifa mínima de água e esgoto no país
Foto: Divulgação / Embasa

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (9), o projeto de lei que proíbe a cobrança de tarifa mínima de consumo pelos serviços públicos de água e esgoto. A proposta, que segue agora para análise do Senado, altera a Lei do Saneamento Básico e busca eliminar a cobrança por volumes presumidos, que penaliza usuários de baixo consumo e famílias de menor renda.


Pelo texto aprovado, a fatura passará a ser composta por uma tarifa fixa, destinada a remunerar a disponibilidade da infraestrutura, e uma parcela variável, referente ao consumo real registrado. O relator, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumentou que a medida induz o uso racional da água e aumenta a transparência, modelo que já é aplicado em estados como Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina.


Em condomínios, a tarifa fixa será cobrada por unidade, independentemente de haver um hidrômetro único, enquanto o consumo variável será calculado sobre o volume total. A nova regra para o esgotamento sanitário seguirá a mesma lógica, sem a imposição de consumo mínimo ou mecanismos equivalentes que desvinculem a cobrança do volume de água faturado.


As empresas prestadoras de serviços terão um prazo de quatro anos para adequar os contratos atuais às novas diretrizes, mediante plano de transição aprovado por órgãos reguladores. A mudança, que entrará em vigor 180 dias após a publicação da futura lei, exige ainda estudos de impacto para garantir a sustentabilidade financeira das companhias de saneamento.

Produtos Ypê fabricados antes de março e abril de 2026 seguem com venda suspensa

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Produtos Ypê fabricados antes de março e abril de 2026 seguem com venda suspensa
Foto: Divulgação / @oficialype

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da marca Ypê. A determinação, publicada nesta segunda-feira (15), atinge desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos fabricados antes de março e abril de 2026.


A medida é resultado de uma inspeção realizada pela agência entre os dias 27 e 30 de abril, que identificou o descumprimento de requisitos da RDC nº 47/2013. A restrição foca em lotes com final 1 produzidos antes das datas estabelecidas pela Anvisa. De acordo com o órgão, laudos apresentados pela fabricante indicaram conformidade nos produtos fabricados após os períodos citados, o que permitiu restringir a medida aos lotes mais antigos.


O processo de fiscalização teve início em maio, após a identificação de 76 irregularidades sanitárias na unidade da empresa em Amparo (SP), com apontamentos de risco de contaminação microbiológica. Em novembro de 2025, a marca já havia registrado um episódio de contaminação pela bactéria Pseudomonas aeruginosa em sua linha de lava-roupas.


A Anvisa informou que os itens que já circulam no mercado devem permanecer sob monitoramento rigoroso, em um trabalho conjunto entre a agência e a fabricante para garantir a segurança dos consumidores.

Anvisa mantém proibição de fabricação e venda de produtos da Ypê por risco sanitário

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Anvisa mantém proibição de fabricação e venda de produtos da Ypê por risco sanitário
Foto: Divulgação / @oficialype

A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou, nesta sexta-feira (15), o recurso apresentado pela Ypê e manteve a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de 25 produtos da marca. A decisão foi tomada por unanimidade, após fiscais identificarem deficiências sistêmicas nas boas práticas de fabricação e a presença de bactérias em itens de limpeza.


O relator do caso e diretor-geral da agência, Leandro Safatle, justificou a medida pelo risco sanitário grave, destacando que a empresa não identificou claramente os lotes contaminados. Apesar da proibição, o órgão acatou o efeito suspensivo para o recolhimento dos produtos e mantém um canal de diálogo com a fabricante para garantir a correção das falhas.


Desde a última semana, quando a Resolução 1.834/2026 foi publicada, a Ypê interrompeu a produção na unidade de Amparo (SP) para atender a um plano com 239 ações corretivas. Representantes da empresa reuniram-se com o órgão regulador para apresentar laudos técnicos e atualizações sobre o processo fabril, buscando regularizar a situação.


Em nota, a Ypê informou que colabora com a Anvisa para oferecer uma solução definitiva e assegurar a qualidade dos itens. A empresa reforçou que está fornecendo análises detalhadas de microbiologia e riscos ao consumidor para reverter as restrições impostas pela vigilância sanitária.

Anvisa identifica falhas graves em produtos da Ypê e determina recolhimento

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Anvisa identifica falhas graves em produtos da Ypê e determina recolhimento
Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. A medida atinge lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes fabricados pela empresa Química Amparo, em São Paulo, que apresentem numeração de lote terminada em 1.


A decisão, publicada na Resolução 1.834/2026 do Diário Oficial da União, foi motivada por falhas críticas no processo produtivo, incluindo deficiências nos sistemas de garantia e controle de qualidade. A Anvisa ressaltou que tais requisitos são essenciais para assegurar a segurança sanitária dos itens. As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar o monitoramento para impedir a circulação desses lotes.


A Química Amparo informou que, desde novembro de 2025, já realizava um recolhimento voluntário de lotes específicos de lava-roupas após a detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa em análises internas. A empresa disponibilizou em seu site oficial orientações aos consumidores sobre os riscos à saúde e os procedimentos necessários caso tenham adquirido algum dos itens afetados.


Os consumidores devem verificar a numeração dos produtos em casa e evitar o uso daqueles que se enquadram na determinação da agência. A lista completa dos produtos, que inclui linhas como Tixan Ypê, desinfetantes Pinho e Atol, além de diversos detergentes Ypê, pode ser consultada na íntegra da resolução publicada hoje pela Anvisa.

Mais de 1 milhão de famílias na Bahia perdem desconto na conta de luz por falta de cadastro

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Mais de 1 milhão de famílias na Bahia perdem desconto na conta de luz por falta de cadastro
Foto: Alan Rich/Blog Sudoeste

Mais de um milhão de famílias baianas aptas a receber descontos na conta de luz estão fora da Tarifa Social de Energia Elétrica por falta de cadastro. O levantamento, realizado pela Neoenergia Coelba com base em dados do Ministério da Cidadania e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aponta que o benefício, que garante isenção total no consumo de até 80 kWh mensais, não está sendo aproveitado por quem tem direito.


Salvador concentra o maior número de famílias em potencial, com cerca de 182 mil unidades que poderiam aderir ao programa, número que supera o dobro dos 86 mil consumidores já beneficiados na capital. Na sequência, aparecem Feira de Santana, com 33 mil famílias aptas, e Camaçari, com 22 mil. Atualmente, a concessionária possui 1,8 milhão de famílias cadastradas em todo o estado.


Embora a distribuidora realize o cadastro automático mensal, o direito não está restrito apenas ao titular da conta de energia. Em imóveis alugados ou cedidos, caso o beneficiário não seja o titular da fatura, é necessário entrar em contato com a empresa para regularizar a situação. A inscrição não interfere no recebimento de outros auxílios sociais.


Têm direito ao benefício famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal por pessoa de até meio salário-mínimo, beneficiários do BPC (idosos ou pessoas com deficiência) e núcleos familiares com renda de até três salários-mínimos que possuam integrantes dependentes de aparelhos elétricos essenciais à vida.

Governo pede à Aneel adiamento de reajustes de energia previstos para março

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Governo pede à Aneel adiamento de reajustes de energia previstos para março
Foto: Alan Rich/Blog Sudoeste

O Ministério de Minas e Energia pediu à Aneel o adiamento dos reajustes nas tarifas de energia elétrica previstos para março de 2026. O pedido foi formalizado por ofício assinado pelo secretário nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, enquanto o governo federal conduz análises para encontrar alternativas que reduzam o impacto nas contas de luz.


O documento aponta que o adiamento abriria espaço para concluir estudos e, a depender das medidas adotadas, viabilizar reajustes próximos de zero em alguns casos. O objetivo declarado é reduzir o efeito sobre os consumidores sem comprometer o equilíbrio regulatório do setor.


A Aneel encaminhou o pedido para avaliação interna e não confirmou se vai acatá-lo. Março concentra revisões tarifárias relevantes, e uma eventual postergação pode afetar a previsibilidade das distribuidoras. O tema ganha peso diante da expectativa de alta média de 8% nas contas de luz ao longo de 2026, percentual acima da inflação projetada de 4,1% para o ano.

Moradora questiona qualidade da água fornecida pelo SAAE em Dom Basílio

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Moradora questiona qualidade da água fornecida pelo SAAE em Dom Basílio
Foto: WhatsApp/Blog Sudoeste

Uma moradora de Dom Basílio, no sudoeste da Bahia, relatou problemas na qualidade da água distribuída pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Dom Basílio. A reclamação foi encaminhada na segunda-feira (16). Segundo a consumidora, que preferiu não ter o nome divulgado, a água que chega às residências tem apresentado coloração amarelada e aspecto turvo. Ela afirma que a situação tem provocado transtornos no dia a dia da família e de outros moradores. A denunciante também questionou o reajuste recente na tarifa de abastecimento, argumentando que o aumento não teria sido acompanhado de melhorias perceptíveis na prestação do serviço. De acordo com o relato, a família tem evitado utilizar a água para consumo humano. Para beber, os moradores estariam adquirindo água proveniente da comunidade da Rocinha, na zona rural de Livramento de Nossa Senhora. Até o momento, o SAAE de Dom Basílio não se manifestou oficialmente sobre as reclamações. O espaço permanece aberto para posicionamento do órgão responsável pelo abastecimento no município.

PIX registra novo recorde de transações após alta demanda da Black Friday

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PIX registra novo recorde de transações após alta demanda da Black Friday
Foto: Alan Rich/Blog Sudoeste

O sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) voltou a bater recorde. Na última sexta-feira (29), marcada pela Black Friday e pelo prazo final para o pagamento da primeira parcela do 13º salário, o PIX registrou 297,4 milhões de operações em apenas 24 horas. Os dados foram divulgados pelo BC nesta segunda-feira (1º). Ao todo, R$ 166,2 bilhões foram movimentados no dia, reflexo direto do aumento do consumo e do uso consolidado da ferramenta em compras presenciais, digitais e transferências entre pessoas. O número supera o recorde anterior, alcançado em setembro, quando o sistema registrou 290 milhões de transações.  Para o Banco Central, o desempenho reforça o papel do PIX como infraestrutura pública indispensável para o dia a dia da economia brasileira. Atualmente, o sistema soma 890 milhões de chaves cadastradas e integra a rotina de aproximadamente 170 milhões de pessoas, segundo a instituição. Lançado em 2020, o PIX acumula R$ 85,5 trilhões movimentados em cinco anos de operação. Nesse período, tornou-se uma das principais ferramentas de inclusão financeira e estimulou a concorrência no mercado de pagamentos, ampliando as alternativas disponíveis para consumidores e empresas.

Conta de luz fica mais barata em dezembro após seis meses de bandeira vermelha

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Conta de luz fica mais barata em dezembro após seis meses de bandeira vermelha
Foto: Alan Rich/Blog Sudoeste

A conta de luz ficará mais barata em dezembro após a Agência Nacional de Energia Elétrica anunciar que a bandeira tarifária passará a ser amarela. A mudança ocorre depois de seis meses de vigência da bandeira vermelha, em meio ao retorno do período chuvoso que melhora o nível dos reservatórios das hidrelétricas e reduz a pressão sobre a geração de energia. Com a alteração, o consumidor deixará de pagar os R$ 4,46 cobrados a cada 100 quilowatts-hora na bandeira vermelha e passará a pagar R$ 1,85 para o mesmo consumo. A Aneel informou que a troca foi possível porque as condições de geração apresentaram leve melhora, embora ainda seja necessário recorrer às usinas termelétricas, cuja energia é mais cara que a hidrelétrica. A agência destacou que a previsão de chuvas para dezembro é mais favorável que a de novembro, mas ainda abaixo da média histórica em muitas regiões do país. Por isso, o acionamento de termelétricas não deve ser totalmente descartado e a bandeira amarela permanece como medida de equilíbrio entre custo e oferta. Analistas do mercado financeiro consideram que a redução do adicional na conta de luz ajuda a conter pressões inflacionárias. De acordo com projeção da corretora Warren Rena, com a bandeira amarela confirmada para dezembro, a expectativa é de que o IPCA encerre 2025 em torno de 4,2%.

MP-BA aciona Coelba e Crefaz por empréstimo cobrado na conta de luz e pede suspensão imediata das cobranças

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MP-BA aciona Coelba e Crefaz por empréstimo cobrado na conta de luz e pede suspensão imediata das cobranças
Foto: Alan Rich/Blog Sudoeste

O Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio da promotora de Justiça Joseane Suzart, ajuizou ação civil pública contra a Coelba Neoenergia e a Crefaz Financiamentos e Investimentos após denúncias de práticas abusivas e falta de informação contratual em empréstimos cobrados diretamente na fatura de energia. A investigação começou com o relato de um consumidor que teve acréscimo de quase R$ 200 por quatro meses em sua conta, em nome da Crefaz. Segundo o MP-BA, foram identificadas irregularidades como concessão e cobrança de crédito sem solicitação e autorização, dificuldade de negociação do débito, negativação indevida por débitos vinculados à Crefaz na fatura e falta de colaboração da Coelba para desvincular as parcelas do empréstimo do pagamento do consumo. O órgão também aponta risco de superendividamento e falhas no tratamento de dados dos clientes, além de suporte ineficiente aos consumidores. Em caráter liminar, o MP-BA pede que a Coelba: (i) não cobre atividades acessórias sem prévia solicitação; (ii) identifique na fatura valores de serviços atípicos; (iii) divulgue, via SAC e outros canais, informações sobre o direito de cancelamento; (iv) cesse novas cobranças após o pedido de cancelamento; e (v) estorne imediatamente os valores cobrados indevidamente. Para a Crefaz, o MP-BA requer que a empresa não vincule empréstimos à fatura sem autorização expressa do consumidor, atue com transparência nas informações sobre os serviços, divulgue nos seus canais o direito de cancelamento e comunique imediatamente à Coelba e demais concessionárias quando houver cancelamento do empréstimo ou solicitação de retirada da cobrança da conta de consumo. O processo segue na Justiça e aguarda apreciação dos pedidos liminares.

Postos de gasolina na Bahia são interditados após operação flagrar fraudes em bombas

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Postos de gasolina na Bahia são interditados após operação flagrar fraudes em bombas
Foto: Divulgação/sefaz-ba

Três postos de combustíveis foram autuados na segunda-feira (27) nos municípios de Cruz das Almas e Sapeaçu, no Recôncavo Baiano, durante a operação Combustível Legal, conduzida pelo Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro). A fiscalização identificou bombas fornecendo quantidades menores de combustível do que o indicado no visor, prática considerada fraude contra o consumidor. Em Cruz das Almas, dois postos foram flagrados. Um deles teve quatro bombas interditadas, e outro teve três bombas lacradas por irregularidades semelhantes. As placas de CPU das bombas foram apreendidas e encaminhadas para análise técnica. Além disso, um dos estabelecimentos foi autuado pela ANP por operar com bandeira de distribuidora sem estar autorizado, e notificado pela Sefaz-BA por utilizar máquinas de cartão sem vínculo com o CNPJ, o que pode indicar sonegação fiscal. No município de Sapeaçu, outro posto foi interditado e teve seis bombas lacradas pela mesma irregularidade constatada. As placas também foram recolhidas para perícia. A ação contou com o apoio do Procon-BA, Secretaria da Fazenda (Sefaz-BA), Departamento de Polícia Técnica (DPT) e da Polícia Militar, por meio da CIP Fazendária, que garantiu a segurança das equipes durante a operação. Segundo o Ibametro, a operação Combustível Legal tem como objetivo coibir práticas fraudulentas e proteger o consumidor, garantindo transparência na venda de combustíveis em todo o estado. Os consumidores podem denunciar suspeitas de irregularidades pelos números (71) 3235-0000 (Salvador e RMS) ou 181 (interior da Bahia).

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