A estudante de psicologia Vanessa Lara de Oliveira Silva, de 23 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira em uma pista de caminhada no município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vanessa morava em Pará de Minas e cursava o 7º período de psicologia na Faculdade de Pará de Minas. Segundo colegas de trabalho, ela desapareceu na segunda-feira (9), após sair de uma atividade profissional realizada em uma unidade do Sistema Nacional de Emprego (Sine), em Juatuba. A jovem integrava a equipe de uma empresa que promovia um processo seletivo no local e fazia diariamente o deslocamento entre as duas cidades por transporte coletivo. De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, o corpo foi localizado na pista de caminhada da Rua Antônio Dias, na região central da cidade, apresentando sinais de violência. Um drone foi utilizado para auxiliar nas buscas. Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que equipes da perícia e o rabecão foram acionados para o local. O corpo será submetido a exame de necropsia, e a instituição aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer as circunstâncias e a causa da morte. A morte da estudante gerou forte comoção na comunidade acadêmica. A coordenação do curso de psicologia suspendeu temporariamente as aulas da turma diante do impacto entre colegas e professores. Segundo docentes, Vanessa mantinha rotina dedicada aos estudos e pretendia atuar na área de Recursos Humanos após a conclusão da graduação. Professores que acompanharam sua trajetória destacaram seu comprometimento acadêmico e atuação no estágio realizado no Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil, onde participou de atendimentos a crianças e adolescentes. A investigação segue em andamento.
A família de Keivison, uma criança desaparecida desde o domingo (7), segue em busca de informações que possam levar ao paradeiro do menino. Ele foi visto pela última vez por volta das 14h, nas proximidades do Bairro Nova Cidade, em Vitória da Conquista. Segundo os familiares, Keivison saiu de casa e não retornou, o que gerou apreensão e mobilizou parentes e amigos nas buscas. A família pede que qualquer pessoa que tenha visto o menino ou tenha alguma informação repasse aos contatos disponibilizados. Informações podem ser comunicadas pelos telefones: (77) 98816-8176, (77) 98156-6178, (77) 98129-9580 e (77) 98871-2257. Qualquer detalhe pode ajudar na localização da criança.
A família de Nair de Moisés, moradora da comunidade de Boa Vista, em Botuporã, no sudoeste da Bahia, busca informações sobre seu paradeiro após o desaparecimento registrado na terça-feira (18). Segundo parentes, ela costumava visitar amigas na cidade, mas não foi vista nos locais onde tinha o hábito de ir. Desde o desaparecimento, familiares e moradores têm realizado buscas na região e tentam identificar testemunhas que possam ajudar na localização. O caso mobilizou a comunidade, que compartilha informações para ampliar o alcance das buscas. A Macaúbas FM divulgou o pedido da família e disponibilizou o telefone (77) 9 9999-8220 para quem tiver notícias sobre Nair ou qualquer informação que contribua para encontrá-la. Os familiares agradecem o apoio recebido e pedem que a população continue colaborando com a divulgação para ajudar nas buscas.
O amigo da baiana Raíssa Suellen Ferreira, de 23 anos, confessou à Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (9), que matou a jovem, desaparecida desde o dia 2 de junho em Curitiba, no Paraná. Raíssa, natural de Paulo Afonso, vivia há cerca de três anos na capital paranaense. Segundo a delegada Aline Manzatto, responsável pelo caso, o suspeito Marcelo Alves relatou que estrangulou Raíssa com uma abraçadeira plástica após confessar estar apaixonado e não ser correspondido. "Eles tinham um relacionamento desde a infância. Marcelo conhecia Raíssa e sua família, e a convidou para uma oportunidade de emprego em Curitiba. No dia do crime, ele buscou Raíssa dizendo que iria ajudá-la a conseguir trabalho em São Paulo. Após almoçarem juntos, foram até a casa dele, onde Marcelo declarou sua paixão e, ao ser rejeitado, agiu de forma violenta", detalhou a delegada ao g1 Paraná. De acordo com o depoimento, Marcelo enrolou o corpo de Raíssa em uma lona, amarrou com fita adesiva e, com a ajuda do filho, levou o corpo até uma área de mata em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, onde enterrou a jovem. O filho tentou convencê-lo a se entregar, mas não foi atendido. A defesa do suspeito afirmou que o crime não foi premeditado e que Marcelo lamenta o ocorrido. Raíssa estava desaparecida há uma semana e, segundo amigas, teria informado que se mudaria para Sorocaba (SP) para aproveitar uma oportunidade de trabalho, mas não deu mais notícias após sair acompanhada do amigo. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Paraná.
A família de Ingrid Vitória, de 13 anos, está em busca de informações sobre o paradeiro da adolescente, que está desaparecida desde a noite sábado em Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia. Segundo relatos, Ingrid foi vista pela última vez na praça Cel. Zezinho Tanajura, vestindo uma roupa preta. Desesperados por notícias, familiares pedem a colaboração da comunidade e solicitam que qualquer informação que possa ajudar a localizar a adolescente seja repassada imediatamente pelos telefones/WhatsApp: (77) 99807-9813 ou (77) 99972-5639. Quem tiver informações pode entrar em contato com a família ou com a polícia. A colaboração de todos é fundamental para ajudar nas buscas. Qualquer ajuda pode fazer a diferença.
O corpo de Amanda Max Teles da Silva, de 12 anos, foi encontrado nesta sexta-feira (29), a 1,5 km do local onde ela caiu em um bueiro em Dias D’Ávila, na Bahia. A jovem foi arrastada pela enxurrada durante as fortes chuvas que atingiram a região na última quarta-feira (27). O acidente ocorreu em frente à escola onde Amanda estudava, na Avenida Lauro de Freitas, sob uma estrutura ferroviária. As buscas pela menina envolveram 80 bombeiros, voluntários e equipamentos avançados, como drones e câmeras especiais. O corpo foi localizado em uma tubulação de 700 metros que desemboca no rio Imbassaí. Na quinta-feira (28), a mochila da adolescente foi encontrada a cerca de 2 km do local da queda, com a ajuda de cães farejadores. Especialistas apontaram que o bueiro, aberto há mais de 30 anos e sem proteção, representava um risco à segurança pública. O engenheiro sanitarista Jonatas Sodré, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA), destacou que embora uma tampa não seja obrigatória, poderia ter sido instalada devido à proximidade com uma unidade escolar. As autoridades locais divergem sobre a responsabilidade pela manutenção do local. Após o resgate, a prefeitura de Dias D’Ávila prometeu fechar o bueiro para evitar novos acidentes.
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