A estudante de psicologia Vanessa Lara de Oliveira Silva, de 23 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira em uma pista de caminhada no município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vanessa morava em Pará de Minas e cursava o 7º período de psicologia na Faculdade de Pará de Minas. Segundo colegas de trabalho, ela desapareceu na segunda-feira (9), após sair de uma atividade profissional realizada em uma unidade do Sistema Nacional de Emprego (Sine), em Juatuba. A jovem integrava a equipe de uma empresa que promovia um processo seletivo no local e fazia diariamente o deslocamento entre as duas cidades por transporte coletivo. De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, o corpo foi localizado na pista de caminhada da Rua Antônio Dias, na região central da cidade, apresentando sinais de violência. Um drone foi utilizado para auxiliar nas buscas. Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que equipes da perícia e o rabecão foram acionados para o local. O corpo será submetido a exame de necropsia, e a instituição aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer as circunstâncias e a causa da morte. A morte da estudante gerou forte comoção na comunidade acadêmica. A coordenação do curso de psicologia suspendeu temporariamente as aulas da turma diante do impacto entre colegas e professores. Segundo docentes, Vanessa mantinha rotina dedicada aos estudos e pretendia atuar na área de Recursos Humanos após a conclusão da graduação. Professores que acompanharam sua trajetória destacaram seu comprometimento acadêmico e atuação no estágio realizado no Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil, onde participou de atendimentos a crianças e adolescentes. A investigação segue em andamento.
Uma estudante de 20 anos foi atacada dentro de casa em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, após rejeitar um pedido de namoro. O crime aconteceu na sexta-feira (6), e o suspeito, identificado como Luiz Felipe Sampaio, teve a prisão temporária convertida em preventiva no domingo (8), segundo a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, o homem invadiu a residência da jovem e a agrediu com golpes de faca. A vítima, identificada como Alana Anísio Rocha, foi socorrida após ser encontrada ferida pela própria mãe, que acionou o atendimento de emergência. Em relatos publicados nas redes sociais, a mãe da estudante afirmou que a filha não mantinha qualquer relacionamento com o suspeito. Segundo ela, os dois se conheceram pelas redes sociais e o homem passou a demonstrar interesse de forma insistente, inclusive com o envio de flores. Em uma carta, ele teria pedido a jovem em namoro, pedido que foi recusado. Após o ataque, Alana foi levada a um hospital particular da região, onde passou por uma cirurgia de aproximadamente cinco horas. Conforme informou a família, o estado de saúde da jovem é grave e ela permanece internada em unidade de terapia intensiva, sob coma induzido. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. A família pede justiça e mobiliza orações e apoio nas redes sociais enquanto aguarda a evolução do quadro clínico da estudante.
Um estudante de Direito de 28 anos confessou ter matado a própria mãe, de 61 anos, na zona sul de São Paulo. Ele foi preso após a Justiça decretar sua prisão temporária, dois dias depois de o corpo da vítima ter sido encontrado carbonizado em uma área de mata. O jovem se entregou à polícia e foi encaminhado ao sistema prisional. O caso começou a ser investigado quando familiares localizaram marcas de sangue na casa da idosa e acionaram a polícia. No mesmo dia, o rapaz foi detido por roubar um posto de combustíveis usando o carro da mãe. Apesar de estar com o veículo e o celular da vítima, o flagrante foi registrado apenas como roubo, o que permitiu sua liberação após audiência de custódia. A situação mudou quando o corpo carbonizado foi oficialmente identificado. A partir da confirmação, a Justiça expediu nova ordem de prisão, e o estudante passou a ser considerado suspeito de homicídio. Em depoimento posterior, ele admitiu que matou a mãe durante uma discussão, afirmando estar sob efeito de drogas no momento do crime. Segundo a investigação, o corpo foi colocado no carro e levado até uma região de mata, onde o autor ateou fogo. A Polícia Civil segue apurando a dinâmica do crime e possíveis antecedentes de violência envolvendo o suspeito.
Uma visita em família terminou em tragédia na noite da última sexta-feira (17), no município de Itapipoca, no interior do Ceará. A estudante Nara Kércia de Sousa, de 20 anos, foi baleada e morreu enquanto tentava encontrar a casa da tia, que havia se mudado recentemente para o bairro Maranhão. De acordo com relatos de familiares, Nara e o namorado, Bruno Rodrigues Mota, de 29 anos, saíram de moto por volta das 19h para visitar a parente, mas se perderam ao chegar ao bairro. O casal rodou por algumas ruas tentando localizar o endereço quando foi surpreendido por disparos de arma de fogo. A jovem foi atingida no peito e não resistiu. Bruno foi atingido três vezes, foi socorrido e permanece internado. A família acredita que o casal tenha sido confundido com outras pessoas, já que não possuía antecedentes nem envolvimento com o crime. O caso é investigado pela Delegacia Regional de Itapipoca, sob acompanhamento da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). O corpo de Nara Kércia foi sepultado no sábado (18), em meio à forte comoção de amigos e familiares.
Dois homens foram condenados nesta quinta-feira (7) pelo assassinato do estudante de biologia Micael Costa Almeida, de 30 anos, ocorrido em abril de 2023, em Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. A vítima foi atacada com golpes de faca e enxada, teve o corpo colocado no próprio carro e incendiado próximo ao Conjunto Penal da cidade. Daniel Almeida Santos, de 35 anos, recebeu pena de 18 anos de prisão por homicídio qualificado. Ele desferiu golpes de faca no pescoço da vítima, conduziu o veículo até o local isolado e participou da queima do corpo. Já Cairo dos Anjos Barbosa, de 23 anos, foi condenado a 12 anos de reclusão. Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), ele golpeou Micael com uma enxada e, pilotando uma moto, acompanhou Daniel até o ponto onde o crime foi finalizado. De acordo com a sentença, Micael teria sido morto após um desentendimento durante um churrasco no sítio “Moto Clube Abutres”, na zona rural da cidade. Testemunhas relataram que a vítima teria sido considerada “inconveniente” pelos presentes, inclusive por suposto assédio. A festa reunia amigos, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) apontou que Cairo inicialmente recusou participar das agressões, mas foi coagido por Daniel a atacar a vítima. O caso chocou a comunidade acadêmica da Uesb e moradores da região pelo grau de violência e crueldade.
A estudante universitária Dayane de Jesus Barbosa, de 22 anos, morreu após sofrer um mal súbito enquanto treinava em uma academia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na noite de terça-feira (20). Dayane cursava Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a jovem se senta em um aparelho de musculação, passa mal e desmaia. Outros frequentadores tentaram prestar socorro, mas, segundo a Polícia Civil, a academia não possuía um desfibrilador externo automático (DEA), equipamento obrigatório por lei municipal desde 2022. A ausência do aparelho dificultou as tentativas de reanimação até a chegada do atendimento médico. A academia foi interditada para investigação. Segundo a polícia, o local também estava com a licença sanitária vencida. A 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana apura se a falta do desfibrilador pode ter influenciado no desfecho do caso e investiga possíveis irregularidades administrativas do estabelecimento. Amigos da vítima informaram que Dayane tinha histórico de problemas cardíacos, mas realizava acompanhamento médico e mantinha exames atualizados. O caso gerou grande comoção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a obrigatoriedade de equipamentos de emergência e protocolos de segurança em academias. O Instituto de Relações Internacionais e Defesa da UFRJ decretou luto oficial de três dias e manifestou pesar pela morte da estudante.
Na noite da última quarta-feira (27), um estudante de uma escola estadual em Caetité, no sudoeste da Bahia, foi violentamente agredido por cinco colegas na Praça Jairo Pontes, próxima ao Ginásio de Esportes Professor Hélio Negreiros. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a vítima é cercada e atacada com socos e pontapés, enquanto tenta se defender. Não se sabe qual teria sido a motivação da confusão. Segundo informações a família da vítima vai registrar o caso na Delegacia Territorial de Caetité. Os agressores poderão responder por ato infracional análogo a lesão corporal, conforme o Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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