Um guarda municipal de 34 anos é suspeito de matar a esposa com um tiro na cabeça após uma discussão dentro de casa, em Uberaba, no Triângulo Mineiro. O crime ocorreu no domingo (8), Dia Internacional da Mulher, e foi presenciado pela filha do casal, uma menina de oito anos. A vítima foi identificada como Taciana Ferreira Rodrigues, de 36 anos. De acordo com a Polícia Militar, os agentes foram acionados após denúncia de que havia uma mulher baleada em uma residência no bairro Residencial Paulo Cury. Quando chegaram ao local, os policiais encontraram a mãe da vítima, que relatou ter sido avisada pela neta sobre o ocorrido. Segundo o depoimento, a criança enviou uma mensagem pelo WhatsApp informando que o pai havia atirado na mãe. Ainda conforme o relato da menina, a discussão teria começado depois que o homem demonstrou ciúmes ao ver a esposa pintando as unhas dentro de casa. Durante o desentendimento, ele teria agredido a mulher e a enforcado no sofá da sala. A criança contou que o pai foi até o quarto, pegou uma arma de fogo e retornou para a sala, onde efetuou um disparo na cabeça da esposa. Após o tiro, o suspeito colocou a vítima em um carro e a levou para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). No hospital, ele se apresentou como integrante da Guarda Civil Municipal. Apesar do socorro, Taciana não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde. O homem foi conduzido para a Delegacia de Polícia de Plantão e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais como feminicídio. Durante as diligências, policiais apreenderam armas e munições. No veículo utilizado pelo suspeito foram encontrados dois carregadores de calibre 9 mm, além de uma tonfa, um soco inglês, um distintivo da Guarda Municipal e uma aliança com o nome da vítima. Na casa do casal, os militares localizaram duas armas de fogo, sendo uma pistola sobre o sofá da sala e outra dentro de um guarda-roupa. Também foram recolhidas munições e carregadores, além de um cartucho deflagrado encontrado durante a perícia. Segundo a Polícia Civil, peritos estiveram no local e coletaram vestígios que devem auxiliar na investigação do crime.
Um jogador de futebol amador identificado como Ravelly Santos de Souza, de 22 anos, foi morto a tiros na madrugada desta quinta-feira (4) dentro da casa onde morava, na Rua do Honório, em Ipiaú. Segundo informações do Giro Ipiaú, criminosos invadiram o imóvel por volta das 2h30 e efetuaram mais de dez disparos de pistola contra a vítima. Ravelly ainda tentou fugir pelo quintal, mas foi alcançado pelos homens armados. No momento do crime, estavam na residência a esposa do atleta e a filha do casal, uma criança de 2 anos. Moradores relataram ter ouvido apenas o barulho dos tiros e de um veículo, que possivelmente foi usado pelos suspeitos na fuga. Conhecido no meio esportivo local, Ravelly atuou pela seleção de Ipiaú no Campeonato Intermunicipal, inclusive na edição deste ano. A Polícia Militar foi acionada e isolou a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT). No interior da casa, os policiais encontraram petecas de cocaína, uma balança de precisão e embalagens usadas para fracionamento de drogas. A autoria e a motivação do homicídio serão investigadas pela Polícia Civil.
Um policial penal de 40 anos é suspeito de matar a esposa e a filha de 8 anos e, em seguida, cometer suicídio na cidade de Januária, no Norte de Minas. Os corpos foram encontrados na manhã de sexta-feira dentro da casa da família, localizada na rua J, no bairro Franklin. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que Tiago Vicheller tenha matado as duas vítimas e depois interrompido a própria vida. A esposa, Larissa Guedes Luz, e a filha foram mortas por disparos de arma de fogo. O policial era servidor efetivo desde 2017 e trabalhava no presídio da cidade. Ele estava de férias no momento do crime. A polícia informou que as motivações ainda são apuradas. Os investigadores também verificam se existem registros anteriores de violência doméstica envolvendo o casal. A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas afirmou, em nota, que acompanha as investigações conduzidas pela Polícia Civil.
Dona Ruth Moreira, mãe da cantora Marília Mendonça, voltou a falar sobre a dor da perda da filha, que morreu em novembro de 2021 em um acidente aéreo em Caratinga (MG). Em entrevista ao jornal O Globo, ela refletiu sobre o sentimento de culpa que carrega desde a tragédia, que completou quatro anos na última semana. Durante a conversa, Dona Ruth comentou sobre uma foto de Marília ainda adolescente, encontrada por fãs no Google Street View, que mostra a artista cantando no antigo bar da família, em Goiânia (GO), onde iniciou sua trajetória musical. “Ela cantava lá direto. O pessoal gostava muito. Em todo lugar que ela ia, encantava com as músicas e com o vozeirão”, contou. A mãe da cantora afirmou que sempre apoiou a carreira da filha, mas que, com o tempo, passou a refletir sobre o destino. “Eu sempre apoiei muito ela, mas às vezes penso: talvez se eu não tivesse apoiado, ela estaria viva. Mas quem escreve a história é Deus”, disse emocionada. Dona Ruth lembrou que o aniversário dela ocorre um dia antes do acidente, o que torna o período ainda mais difícil. “Sempre quando chega o dia, meu emocional se abala. Mesmo sem eu querer, fico mais triste”, relatou. Ela também recordou o período em que viviam no bairro Vila Rosa, quando mantinham o bar da família: “Foi um tempo de muita dificuldade, mas de paz. A foto me fez reviver tudo aquilo”.
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