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João Roma rebate Rui Costa e critica gestão da saúde na Bahia

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João Roma rebate Rui Costa e critica gestão da saúde na Bahia
Foto: Divulgação

O presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, criticou o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), durante evento político realizado na terça-feira (14), no bairro de Pau da Lima, em Salvador. Roma questionou a autoridade do ministro para tratar de questões de saúde pública, citando a execução de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).


Segundo o dirigente do PL, o Tribunal de Contas da União teria rejeitado a aplicação de mais de R$ 50 bilhões do PAC destinados à saúde, apontando uma execução ineficiente. A declaração ocorre em um cenário de embate entre a oposição baiana e o ministro, que tem tecido críticas à gestão da saúde em Salvador nos últimos dias.


Durante a agenda, Roma também defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro, classificando como desproporcionais as decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiram os contatos do ex-mandatário. Para o presidente do PL, as medidas judiciais configuram uma perseguição política que, em vez de pacificar o país, divide a nação.


Por fim, Roma reforçou a convergência entre o PL e o grupo de ACM Neto (União Brasil) para as eleições de 2026. O pré-candidato afirmou que lideranças nacionais da direita, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, enxergam no ex-prefeito de Salvador o principal nome da oposição para disputar o Palácio de Ondina e promover uma mudança no cenário político baiano.

PT pede ao STF revogação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

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PT pede ao STF revogação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou uma petição junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi motivada pela divulgação, nas redes sociais, de uma carta assinada pelo ex-mandatário e endereçada à nação brasileira, lida pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).


O requerimento é assinado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT), que atua como vice-líder da legenda na Câmara dos Deputados. Na peça jurídica, o parlamentar argumenta que a divulgação do documento possui finalidade político-eleitoral e configura uma afronta direta às restrições impostas pela Corte ao ex-presidente.


Segundo o deputado, a estratégia de utilizar o filho como porta-voz para a leitura da carta em uma transmissão ao vivo viola as medidas cautelares estabelecidas pelo tribunal. O texto sustenta que a ação não permite interpretações extensivas, tratando-se de uma tentativa clara de contornar as vedações de comunicação pública impostas a Bolsonaro.


Além do pedido de revogação da prisão domiciliar, que foi concedida anteriormente por motivos de saúde, a petição solicita a aplicação de uma multa de R$ 100 mil ao ex-presidente. O valor seria uma penalidade pelo suposto descumprimento das determinações judiciais vigentes. Até o momento, a defesa de Jair Bolsonaro não se manifestou sobre o novo pedido protocolado pelo PT no STF.

Valdemar diz que saúde de Bolsonaro é afetada por prisão; ‘Se sair, sara na hora’

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Valdemar diz que saúde de Bolsonaro é afetada por prisão; ‘Se sair, sara na hora’
Foto: Alan Rich / Blog Sudoeste

O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou na quarta-feira (8) que o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta problemas de saúde decorrentes do período de privação de liberdade. Durante evento em Brasília, o líder partidário declarou que, caso a Justiça anule a condenação, o político “sara na hora”.


Bolsonaro cumpre atualmente pena em regime domiciliar devido a complicações de saúde, após ter passado um período no Complexo Penitenciário da Papuda. O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão, sob a acusação de tentativa de golpe de Estado.


Ao comentar sobre o futuro político do ex-mandatário e a possibilidade de novas candidaturas, Valdemar estabeleceu um paralelo com a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dirigente do PL questionou se, durante os 580 dias em que Lula esteve preso, alguém projetaria seu retorno ao cargo de presidente da República, reforçando que o cenário político permanece em aberto.

Defesa de Bolsonaro pede ao STF autorização para cirurgia no ombro

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Defesa de Bolsonaro pede ao STF autorização para cirurgia no ombro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que ele realize uma cirurgia no ombro direito. O procedimento, que visa corrigir lesões no manguito rotador, está agendado para esta sexta-feira (24) e pode se estender até sábado (25).


Os advogados alegam urgência médica e pediram que a autorização abranja todas as fases do tratamento, incluindo atos preparatórios, pré e pós-operatório, internação, a cirurgia em si e a reabilitação. A permissão de Moraes é indispensável, uma vez que ele é o relator da execução penal de Bolsonaro no STF.


Bolsonaro foi condenado em setembro do ano passado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado, acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado para se manter no poder. Em março, Moraes já havia concedido prisão domiciliar ao ex-presidente por razões humanitárias, após uma internação de emergência na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de um hospital particular em Brasília devido a broncopneumonia.


Antes da prisão domiciliar, ele cumpria pena em uma cela especial no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, pela proximidade com o Complexo Penitenciário da Papuda. A decisão sobre a cirurgia agora aguarda análise do ministro.

Bolsonaro é transferido para Papudinha por determinação de Moraes

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Bolsonaro é transferido para Papudinha por determinação de Moraes
Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi transferido nesta quinta-feira (15) para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro estava preso antes na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde começou a cumprir sua pena de 27 anos por golpe de Estado e outros crimes. Segundo a decisão de Moraes, a transferência de Bolsonaro para uma Sala de Estado Maior, "permitirá o aumento do tempo de visitas aos familiares, a realização livre de 'banho de sol' e de exercícios a qualquer horário do dia, inclusive com a instalação de aparelhos para fisioterapia, tais como esteira e bicicleta, atendendo a recomendação médica". A Papudinha fica ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda. No local já estão o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Segundo informações do STF, a cela onde Bolsonaro ficará na Papudinha possui 64 metros quadrados e comporta quatro pessoas, mas será usada exclusivamente pelo ex-presidente. Anderson Torres e Silviei Vasques dividem outra unidade semelhante a que o ex-presidente ficará, disse ainda o Supremo. Ao determinar a transferência, Moraes rebateu críticas de que Bolsonaro estaria preso em condições precárias na Polícia Federal. O ministro citou os problemas estruturais do sistema penitenciário brasileiro e disse que o ex-presidente tinha condições privilegiadas em relação aos demais presos do país. Moras também acusou familiares do ex-presidente e seus apoiadores de realizarem uma "campanha fraudulenta" sobre as condições da prisão na PF.

Médico de Bolsonaro confirma traumatismo craniano leve após queda na PF

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Médico de Bolsonaro confirma traumatismo craniano leve após queda na PF
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sofreu uma queda enquanto caminhava e apresentou traumatismo craniano leve, informou nesta quarta-feira (7) o médico Brasil Caiado, que integra a equipe que atende o ex-presidente. Ele havia sido autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a deixar a cela na Superintendência da Polícia Federal (PF). “Na madrugada de ontem [terça-feira], o presidente apresentou uma queda dentro de seu quarto da superintendência. Inicialmente, nós pensamos que fosse uma queda da cama, mas, posteriormente, conversando com ele, relembrando fatos, isso nos leva a crer que ele levantou, tentou caminhar e caiu”, explicou Caiado à imprensa. Após a avaliação médica, Bolsonaro retornou à Superintendência da PF, que fica próxima ao hospital. Um boletim divulgado pelo DF Star confirmou o traumatismo craniano leve, sem necessidade de intervenção complexa. “Foi evidenciado nos exames de imagem leve densificação de partes moles na região frontal e temporal direita, decorrente do trauma, sem necessidade de intervenção terapêutica. Deverá seguir cuidados clínicos conforme definição da equipe médica assistente”, detalhou o cirurgião geral Claudio Birolini, responsável pelo relatório. O médico Brasil Caiado também apontou que a queda pode estar relacionada a episódios de desorientação provocados pela interação de diferentes medicamentos.”Há uma suspeita inicial e nós já havíamos imaginado, que possa ser a interação de medicamentos. O presidente faz uso de vários medicamentos para tratamento da crise de soluços. Se esses quadros forem recorrentes, colocam o presidente em uma zona de maior risco”, explicou.

Bolsonaro passará por perícia médica após decisão de Alexandre de Moraes

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Bolsonaro passará por perícia médica após decisão de Alexandre de Moraes
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro passará por uma perícia médica na quarta-feira (17). A data foi agendada pela Polícia Federal após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O exame será realizado por peritos da Polícia Federal na sede do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília. O procedimento foi determinado para subsidiar a decisão do ministro sobre a possibilidade de autorizar Bolsonaro a deixar a prisão para a realização de uma cirurgia indicada por médicos particulares. Na mesma decisão, Alexandre de Moraes determinou que o exame de ultrassom realizado no domingo (14) seja encaminhado aos peritos da Polícia Federal. O exame confirmou o diagnóstico de hérnia inguinal. O procedimento foi feito com equipamento portátil e teve autorização judicial. Jair Bolsonaro está preso em uma sala da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação na ação penal relacionada à trama golpista.

Câmara aprova projeto que pode reduzir pena de Jair Bolsonaro para até 2 anos em regime fechado

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Câmara aprova projeto que pode reduzir pena de Jair Bolsonaro para até 2 anos em regime fechado
Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (9) o projeto de lei conhecido como PL da Dosimetria, que altera critérios de cálculo de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O texto foi aprovado por 291 votos a favor e 148 contra, com uma abstenção. A sessão transcorreu sem obstrução. Relatado pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), o projeto pode impactar diretamente a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde 22 de novembro e condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na tentativa de golpe de Estado. Atualmente, Bolsonaro cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Segundo o relator, a proposta altera o cálculo da pena aplicada aos condenados, o que pode reduzir significativamente o tempo de prisão. Hoje condenado a 27 anos e três meses, Bolsonaro poderia ter a pena recalculada para um intervalo entre 7 e 14 anos. Caso a revisão determine cumprimento inicial em regime fechado, o tempo efetivo poderia cair para aproximadamente dois anos e quatro meses. Paulinho da Força afirmou que o novo texto também deve beneficiar outros réus do 8 de janeiro. “Aquelas pessoas presas serão soltas. As que usam tornozeleira e as que estão fora do Brasil também serão alcançadas. E quem recebeu penas maiores terá redução”, disse. O projeto segue agora para análise do Senado.

Bolsonaro começa a cumprir pena de 27 anos após decisão do ministro Alexandre de Moraes

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Bolsonaro começa a cumprir pena de 27 anos após decisão do ministro Alexandre de Moraes
Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta terça-feira (25) o início do cumprimento da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão estabelece que ele permanecerá preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde já estava custodiado desde sábado (22) em prisão preventiva. Com a nova determinação, Bolsonaro passa a cumprir pena de 27 anos e três meses em regime fechado. A condenação está vinculada ao processo que investigou a tentativa de ruptura institucional. O STF concluiu que o ex-presidente liderou uma organização criminosa armada e atuou para abolir o Estado Democrático de Direito. O julgamento também reconheceu a prática dos crimes de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União, além da deterioração de um bem tombado. A decisão consolida o início da fase de execução penal e confirma que Bolsonaro permanecerá sob custódia da Polícia Federal. Ele continuará isolado em uma sala de Estado, espaço reservado para autoridades, conforme determinações de segurança e protocolo institucional. A partir da certificação da pena, passam a valer todas as condições impostas pela Justiça para o período de cumprimento, enquanto o processo segue acompanhado pelas instâncias responsáveis pela execução penal.

Bolsonaro afirma ter usado “ferro quente” após tornozeleira registrar violação

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Bolsonaro afirma ter usado “ferro quente” após tornozeleira registrar violação
Foto: Reprodução/PF

A tornozeleira eletrônica utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro foi substituída na madrugada do sábado (22) após o sistema de monitoramento registrar uma violação classificada como grave por investigadores. O alerta foi emitido às 0h07, acionando a direção do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica do Distrito Federal e a equipe responsável pelo acompanhamento do ex-presidente. À 1h09, a falha foi confirmada. O dispositivo foi trocado um minuto depois e a nova tornozeleira passou a operar normalmente às 1h15. Informações colhidas pela investigação indicam que o equipamento apresentou sinais compatíveis com tentativa de rompimento da carcaça por meio de instrumentos de soldagem. A Polícia Federal realizará a perícia para identificar o tipo de dano e sua causa. A violação foi mencionada pelo ministro Alexandre de Moraes como um dos fundamentos da ordem de prisão preventiva do ex-presidente. Na decisão, ele registrou ter sido informado sobre o alerta pouco depois da meia-noite e afirmou que o episódio representava risco concreto de fuga. O ministro citou a proximidade entre o condomínio onde Bolsonaro reside e o Setor de Embaixadas Sul, além de lembrar que o ex-presidente esteve na Embaixada da Hungria em 2024 após ser alvo de operação da Polícia Federal. A decisão menciona ainda informações segundo as quais Bolsonaro teria considerado a Embaixada da Argentina como possível rota de evasão, bem como a saída recente do país de parlamentares aliados, interpretada como indicativo de risco elevado de fuga. Moraes também registrou que uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro na sexta-feira (21) poderia favorecer tentativa de evasão durante eventual tumulto. A perícia da Polícia Federal deverá esclarecer de forma detalhada como ocorreu a violação e qual instrumento foi utilizado para danificar o equipamento.

Ex-presidente Jair Bolsonaro é preso pela Polícia Federal em Brasília

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Ex-presidente Jair Bolsonaro é preso pela Polícia Federal em Brasília
Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso pela Polícia Federal na manhã deste sábado (22), em sua residência no Jardim Botânico, em Brasília. A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após solicitação da própria PF. A medida é preventiva e não se refere à execução da pena de 27 anos e três meses de prisão imposta por tentativa de golpe de Estado. Viaturas descaracterizadas chegaram ao condomínio nas primeiras horas da manhã, e Bolsonaro foi conduzido à Superintendência da PF, onde desembarcou por volta das 06h35. Segundo fontes da corporação, a convocação de uma vigília em frente ao condomínio, atribuída ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), motivou o pedido de prisão preventiva. O ex-presidente passou pelo exame de corpo de delito no Instituto Nacional de Criminalística da PF antes de ser encaminhado para as demais etapas do procedimento. As diligências ocorreram sem registro de incidentes. Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a prisão fosse realizada sem uso de algemas e sem exposição pública do ex-mandatário, conforme informado pela Corte.

Defesa de Jair Bolsonaro estima que prisão em regime fechado de pode ser decretada na próxima semana

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Defesa de Jair Bolsonaro estima que prisão em regime fechado de pode ser decretada na próxima semana
Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro estima que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, pode determinar o início do cumprimento da pena em regime fechado já na próxima semana. A informação foi divulgada pelo colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Na madrugada desta terça-feira (18), o STF publicou o acórdão do julgamento em que a Primeira Turma negou os embargos de declaração apresentados pela defesa. A partir da publicação, abriu-se prazo de cinco dias para novo recurso. Os advogados devem apresentar embargos infringentes, embora esse tipo de recurso não seja cabível no caso. Segundo a previsão da defesa, os embargos devem ser rejeitados de forma monocrática, o que pode levar Moraes a decretar o início imediato da execução da pena. Bolsonaro completou 100 dias em prisão domiciliar, regime determinado em 4 de agosto, que prevê permanência em casa e outras restrições definidas pela Corte. A prisão domiciliar foi determinada após o ex-presidente descumprir medidas impostas no inquérito que apurou a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro contra o sistema Judiciário. O parlamentar foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da investigação.

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