Faleceu às 4h da manhã deste sábado (21), em Salvador, o jornalista e advogado Raimundo Marinho dos Santos, conhecido como Raimundo Marinho. Natural da localidade de Itaguaçú, no município de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia, ele tinha 76 anos e lutava contra um câncer. O quadro clínico se agravou nos últimos dias, levando ao falecimento na capital baiana, onde estava radicado há muitos anos. Diplomado em Jornalismo em 1975 e em Direito em 1983 pela Universidade Federal da Bahia, Raimundo também era pós-graduado em Ciências Criminais pela Universidade Estácio de Sá. Ao longo da vida profissional, conciliou a atuação na comunicação com o exercício da advocacia. Raimundo Marinho idealizou e operou o site Mandacaru da Serra, que se tornou um dos portais de notícias mais acessados de Livramento de Nossa Senhora e da região. O espaço ficou conhecido pela cobertura política municipal, análises administrativas e textos opinativos. A linha editorial adotada por ele era marcada por posicionamentos firmes e pela defesa do debate público, especialmente sobre temas ligados à gestão municipal e à cidadania. Além do site, manteve participação voluntária no Jornal da 88, da Rádio 88 FM, contribuindo com análises e reflexões sobre assuntos de interesse coletivo. Também apresentou o programa “A Oração da Ave Maria”, na Portal FM 104.3, espaço de mensagens religiosas e reflexões. Raimundo Marinho deixou contribuição significativa por meio de livros publicados ao longo da carreira. Entre as obras estão: “Como Fazer um Banco de Clientes, Experiências de Mudanças no Baneb” (1994); “Livramento é de Nossa Senhora” (1995), sobre sua terra natal, em coautoria; “Trajetória” (2009), coletânea de reportagens sobre Livramento de Nossa Senhora; “Hora do Angelus, Pensares para Rezar” (2011), reunindo mensagens apresentadas no programa “A Oração da Ave Maria”, na Portal FM 104.3; “A vítima e o princípio da celeridade processual” (2013), obra voltada à área jurídica. Os livros consolidaram sua atuação tanto como memorialista quanto como profissional do Direito, ampliando seu alcance para além do jornalismo diário. Raimundo Marinho também teve participação na política local, tendo sido candidato a vereador em Livramento de Nossa Senhora. Mesmo sem exercer mandato eletivo, manteve presença ativa no debate público, utilizando seus espaços na imprensa para discutir temas administrativos e sociais do município. A morte de Raimundo Marinho representa uma perda significativa para o jornalismo regional e para a comunidade de Livramento de Nossa Senhora. Ao longo de décadas, ele atuou como comunicador, escritor e advogado, mantendo vínculo permanente com sua terra natal. Informações sobre velório não foram divulgadas. Familiares, amigos e colegas lamentaram a morte do jornalista, destacando sua contribuição para a comunicação e para o registro da história local.
Faleceu na manhã deste sábado (14) o cantor Osvaldo Bezerra, conhecido nacionalmente como Rei do Brega do Pará. O artista estava internado no Hospital Municipal de Brumado, onde enfrentava um quadro de saúde delicado nas últimas semanas. A confirmação do falecimento foi feita por seu cuidador, Jorge, que havia relatado recentemente, em entrevista à Rádio 88 FM, as dificuldades enfrentadas pelo cantor e a necessidade de apoio para o tratamento. Nos últimos dias, o estado clínico se agravou, culminando na morte. Embora tenha consolidado carreira no Pará e se tornado referência no cenário do brega, Osvaldo Bezerra também construiu parte significativa de sua trajetória na Bahia. Ele morou por anos em Livramento de Nossa Senhora, onde manteve forte ligação com a comunidade artística local. Em reconhecimento à sua contribuição cultural, recebeu o Título de Cidadão Livramentense concedido pela Câmara Municipal de Livramento de Nossa Senhora. Durante o período em que viveu em Livramento, participou de eventos populares, apresentações em festas tradicionais e programas de rádio, fortalecendo o vínculo com o público do sudoeste baiano. Mais recentemente, residia em Brumado. Autor de canções que marcaram gerações dentro do gênero brega, Osvaldo Bezerra deixa legado consolidado na música popular. Seu repertório atravessou décadas e segue presente na memória de fãs e admiradores. O velório será realizado a partir das 14h, no salão da Funerária Bom Pastor, em Livramento de Nossa Senhora. O sepultamento está previsto para as 16h, no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro Taquari. A morte do artista repercute entre músicos e moradores da região, que destacam sua trajetória e contribuição para a cultura popular.
Débora Maia, mãe da atriz Mel Maia, foi encontrada morta nesta sexta-feira (28) na casa onde morava, no Rio de Janeiro. A empresária tinha 53 anos. De acordo com a família, o velório e a cremação ocorrerão neste sábado (29) no Crematório da Penitência, no bairro do Caju. A equipe da atriz divulgou uma nota oficial no início da tarde informando o falecimento e pedindo respeito ao momento de luto e privacidade da família. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada. Além de Mel Maia, Débora era mãe de Yasmin Maia. Ela também teve um filho primogênito, Lukas, que morreu aos três anos de idade. No campo profissional, atuava como empresária e gerenciava a carreira do jovem surfista Lorenzo Abreu, de 11 anos. Débora morava sozinha após a separação de Luciano Souza, pai da atriz. Bastante ativa nas redes sociais, Débora reunia mais de 90 mil seguidores no Instagram, onde compartilhava a rotina, momentos com as filhas e publicações de apoio aos projetos de Mel Maia. Nas últimas semanas, celebrou o desempenho da atriz na série Os Donos do Jogo, da Netflix. O clima entre familiares, amigos e admiradores é de consternação, enquanto aguardam esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte.
Francisco Aguiar Rocha, conhecido como Chiquinho do PT, faleceu na noite deste sábado (15), aos 64 anos. O militante estava em Extrema, Minas Gerais, onde realizava tratamento de saúde. Segundo informações repassadas ao Blog Sudoeste, Chiquinho sentiu-se mal na sexta-feira (14), foi atendido em uma unidade hospitalar e liberado pelos médicos. Neste sábado, ele retornou para realizar hemodiálise, voltou para casa e, por volta das 19h15, sofreu um infarto, não resistindo. O óbito ocorreu na residência onde estava acompanhado da esposa. Chiquinho do PT era referência política em Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia, com décadas de atuação pelo Partido dos Trabalhadores. Ficou marcado pela participação ativa em campanhas eleitorais, pela defesa histórica da legenda e pela proximidade com movimentos sociais. Deixa esposa e três filhos. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.
O sambista Arlindo Cruz morreu nesta sexta-feira (8), aos 66 anos, em um hospital no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada por familiares. Considerado um dos grandes nomes do samba brasileiro, Arlindo enfrentava complicações de saúde desde que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em 2017, que resultou em graves sequelas, como dificuldades de fala e mobilidade. Ao longo dos últimos anos, o cantor e compositor se manteve sob cuidados médicos intensivos e apresentava quadro clínico delicado. Arlindo Cruz foi responsável por grandes sucessos do samba, como “O Meu Lugar”, e é reconhecido por seu trabalho marcante como intérprete e compositor. O artista deixa uma trajetória marcada pela relevância cultural e pelo carinho de fãs e colegas do samba. A morte de Arlindo Cruz representa uma grande perda para a música brasileira e para todo o universo do samba.
A cantora, empresária e apresentadora Preta Gil morreu neste domingo (20), aos 50 anos. Filha de Gilberto Gil, Preta ficou conhecida por sua atuação marcante na música brasileira, seu posicionamento em defesa de pautas sociais e sua representatividade como mulher negra, fora dos padrões convencionais do meio artístico. A artista estava em tratamento contra um câncer colorretal desde janeiro de 2023 e faleceu devido a complicações da doença enquanto realizava um tratamento experimental nos Estados Unidos. Natural do Rio de Janeiro, Preta Maria Gadelha Gil Moreira nasceu em 8 de agosto de 1974. Neta de importantes figuras da cultura brasileira, sobrinha de Caetano Veloso e afilhada de Gal Costa, conquistou espaço próprio no cenário musical e no Carnaval carioca, com o bloco da Preta. Ela deixa o filho Francisco Gil, também músico, além da neta Sol. Durante sua trajetória, Preta enfrentou o racismo, gordofobia e preconceitos na vida pessoal e profissional, usando sua voz em prol da luta antirracista, do respeito à diversidade e dos direitos das mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Muito próxima dos fãs, dividia nas redes sociais relatos da batalha contra o câncer, mantendo uma postura otimista e determinada mesmo diante das recaídas e complicações do quadro clínico. Preta Gil lançou seis álbuns de estúdio e se destacou também como empresária no setor de publicidade e entretenimento. Sua morte repercutiu entre familiares, artistas e fãs em todo o país, que prestaram homenagens à artista. O velório e os detalhes do funeral ainda não foram divulgados pela família. A partida de Preta Gil marca uma grande perda para a música e para a cultura brasileira, deixando um legado de coragem, autenticidade e luta por mais respeito e representatividade.
O cantor e compositor Evandro Correia Silva, um dos principais nomes da música de Vitória da Conquista, morreu na manhã desta quinta-feira (12), aos 66 anos, vítima de um infarto fulminante. Natural do bairro Alto Maron, Correia era reconhecido por sucessos como “Menino da Vida” e “Gema”, que marcaram gerações e integraram o repertório da música popular baiana. Evandro Correia iniciou sua trajetória musical ainda jovem, participando de grupos de jovens da Paróquia São Miguel, onde tocava em missas e eventos paroquiais. Venceu o Festival Estudantil do Sudoeste da Bahia em 1980, com a canção “Rosa Flor”, e, dois anos depois, mudou-se para Salvador, onde ampliou sua carreira, se apresentando em casas noturnas e festivais pelo país. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, lançou 11 CDs e 2 DVDs, consolidando-se como um dos artistas mais autênticos da música brasileira regional. Além da carreira artística, Evandro Correia era conhecido por sua ligação com a comunidade conquistense e por retratar em suas canções as alegrias e desafios da vida no interior baiano. Deixa dois filhos, Marcéu e Marlua. Informações sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgadas pela família. A morte de Evandro Correia representa uma grande perda para a cultura de Vitória da Conquista e para a música da Bahia. Amigos, familiares e admiradores lamentam a partida do artista, cuja obra permanece como legado para a cidade e para a música popular brasileira.
O médium e líder espírita Divaldo Franco morreu às 21h45 desta terça-feira (13), em Salvador, aos 98 anos. Ele estava em casa, na sede da Mansão do Caminho, no bairro Pau da Lima, recebendo cuidados domiciliares após lutar contra um câncer na bexiga desde novembro do ano passado. Segundo a instituição, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos. Natural de Feira de Santana, Divaldo Franco dedicou mais de 70 anos ao espiritismo e ao trabalho social. Fundou a Mansão do Caminho em 1952, referência nacional em assistência social, educação e saúde, que atende diariamente milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade na capital baiana. Ao longo da carreira, Divaldo publicou mais de 250 livros, realizou conferências em mais de 70 países e foi reconhecido internacionalmente por sua atuação humanitária. O velório será realizado nesta quarta-feira (14), das 9h às 20h, no ginásio de esportes da Mansão do Caminho, aberto ao público. Atendendo a um pedido do próprio Divaldo, as cerimônias serão de curta duração, com caixão fechado e sem cortejo. O sepultamento está marcado para quinta-feira (15), às 10h, no Cemitério Bosque da Paz. Divaldo Franco não deixou filhos biológicos, mas era considerado pai por centenas de jovens acolhidos pela Mansão do Caminho. Sua trajetória começou ainda na infância, quando desenvolveu a mediunidade, e consolidou-se como uma das vozes mais respeitadas do espiritismo no Brasil e no mundo.
Marília Teixeira Bastos, mãe da deputada estadual Ivana Bastos (PSD), faleceu nesta terça-feira (24), em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Reconhecida por sua sensibilidade e talento artístico, Marília tinha 83 anos e deixa um legado marcado por generosidade e dedicação à família e à comunidade. Em nota, a família destacou a importância de Marília como uma mulher de alma leve e expressiva, que tocava o coração de todos ao seu redor. “Sua vida foi um exemplo de amor, alegria e dedicação. Neste momento de dor, agradecemos pelas manifestações de solidariedade e apoio recebidas”, diz o comunicado. A deputada Ivana Bastos recebeu diversas mensagens de apoio de amigos, lideranças políticas e eleitores. Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório e sepultamento.
Maria Ribeiro Silva, conhecida como "Maria de Hermínio", faleceu na manhã desta sexta-feira (29) aos 90 anos. Ela era avó de Célio Evangelista, prefeito eleito de Rio de Contas, no sudoeste da Bahia. O velório está sendo realizado na residência da família no povoado de Casa de Telha, zona rural de Rio de Contas. Às 16h, haverá uma celebração na Igreja de Senhor do Bonfim, seguida do sepultamento no cemitério local. Maria deixa sete filhos e uma extensa família que lamenta sua perda.
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