Por: Redação / Blog Sudoeste | seg, 18/05/2026 - 13:00
Márcio Alves de Souza Gonçalves, conhecido popularmente como DJ Marcim, morreu na tarde deste domingo (17), em Guanambi, no Sudoeste da Bahia, aos 39 anos. O profissional era uma figura bastante conhecida na região por sua atuação em diversos eventos e festas.
De acordo com informações obtidas, Marcim estava em sua residência, no bairro Vila Nova, quando passou mal. Ele recebeu os primeiros atendimentos de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas não resistiu e o óbito foi confirmado no local.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a remoção do corpo e os procedimentos periciais. A suspeita inicial é de que o DJ tenha sofrido um mal súbito, contudo, a causa exata da morte será definida após a conclusão dos exames técnicos.
DJ Marcim deixa um legado marcado pelo carisma e pelo entusiasmo com que animava o público em suas apresentações. A notícia da morte repercutiu entre amigos e admiradores do trabalho do artista em toda a região.
Um homem identificado como Tony H. S. M., de 43 anos, morreu na tarde de sexta-feira (1º) em um acidente na BA-262, no povoado de Vila Mariana, zona rural de Caraíbas. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), ele sofreu um mal súbito enquanto dirigia, perdeu o controle do veículo e saiu da pista. O acidente aconteceu por volta das 16h27. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado ao local, mas Tony já estava sem vida quando os socorristas chegaram. Dois passageiros que também estavam no carro não sofreram ferimentos. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou o levantamento cadavérico e encaminhou o corpo da vítima ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista para necropsia.
A estudante universitária Dayane de Jesus Barbosa, de 22 anos, morreu após sofrer um mal súbito enquanto treinava em uma academia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na noite de terça-feira (20). Dayane cursava Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a jovem se senta em um aparelho de musculação, passa mal e desmaia. Outros frequentadores tentaram prestar socorro, mas, segundo a Polícia Civil, a academia não possuía um desfibrilador externo automático (DEA), equipamento obrigatório por lei municipal desde 2022. A ausência do aparelho dificultou as tentativas de reanimação até a chegada do atendimento médico. A academia foi interditada para investigação. Segundo a polícia, o local também estava com a licença sanitária vencida. A 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana apura se a falta do desfibrilador pode ter influenciado no desfecho do caso e investiga possíveis irregularidades administrativas do estabelecimento. Amigos da vítima informaram que Dayane tinha histórico de problemas cardíacos, mas realizava acompanhamento médico e mantinha exames atualizados. O caso gerou grande comoção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a obrigatoriedade de equipamentos de emergência e protocolos de segurança em academias. O Instituto de Relações Internacionais e Defesa da UFRJ decretou luto oficial de três dias e manifestou pesar pela morte da estudante.