ter, 14/10/2025 - há 4 horas
Uma mulher morreu após ingerir Nicotiana glauca, planta venenosa conhecida como “falsa couve”, em Patrocínio, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. A vítima, Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, estava internada desde o dia 8 e morreu na segunda-feira (13), após sofrer uma grave lesão cerebral provocada pela intoxicação. Segundo a Polícia Civil, quatro pessoas da mesma família foram hospitalizadas após confundirem a planta com couve comum durante o preparo de uma refeição. Dois familiares receberam alta e um permanece internado. O caso é investigado como envenenamento acidental. A “falsa couve”, também chamada de “charuteira” ou “fumo bravo”, contém anabazina, uma substância tóxica que pode causar paralisia muscular e respiratória, levando à morte em casos graves. A planta tem folhas finas e acinzentadas, o que facilita a confusão com a couve tradicional. A Secretaria Municipal de Saúde alertou a população sobre os riscos e reforçou que não há antídoto caseiro. Em casos de suspeita de intoxicação, o atendimento deve ser feito imediatamente em unidade de saúde.
Uma menina de 4 anos foi assassinada pelo primo, um adolescente de 16, na noite de domingo (3) em Barbacena, Minas Gerais. De acordo com a Polícia Militar, o jovem confessou o crime e afirmou ter agido por vingança contra o pai da vítima, alegando ser alvo de bullying e ofensas. A Polícia Civil informou que a menina, Helena Victoria, morreu por asfixia e golpes de tesoura. Segundo as investigações, o adolescente planejava o crime há três meses e chegou a fazer uma cópia da chave da casa para facilitar o acesso. Na noite do crime, ele entrou na residência, tentou levar a criança, mas, ao ser surpreendido pelos gritos da menina, a atacou. O corpo foi deixado em uma área de mata, parcialmente coberto e com sinais de tentativa de queima. Após o assassinato, o adolescente escondeu as roupas sujas de sangue e tentou agir normalmente. O corpo de Helena foi encontrado pelo pai dela. O suspeito foi apreendido e encaminhado à delegacia. O caso será conduzido conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A Polícia Civil de Vitória da Conquista coordenou, nesta quinta-feira (29), uma operação conjunta com a Polícia Civil de Minas Gerais para combater crimes de extorsão, estelionato e lavagem de dinheiro, conhecidos como o golpe da “falsa garota de programa”. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em dois bairros de Montes Claros, no norte de Minas Gerais. De acordo com as investigações, o caso teve início em novembro de 2024, quando um morador da Bahia passou a ser ameaçado após cancelar um encontro com uma suposta garota de programa, marcada por meio de um site adulto. O homem recebeu mensagens e vídeos de criminosos armados via WhatsApp, sendo coagido a realizar transferências bancárias via PIX. As investigações identificaram as beneficiárias das transferências, que declaravam renda inferior a um salário mínimo, mas movimentaram cerca de R$ 100 mil em quatro meses. Elas também são investigadas por lavagem de dinheiro. A operação foi conduzida pela 1ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista, com apoio da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Conquista) e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) das polícias civis da Bahia e de Minas Gerais. Os mandados judiciais foram expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Vitória da Conquista.