Por volta das 17h30 desta sexta-feira (17), uma mulher e dois homens se apresentaram espontaneamente na Delegacia Territorial de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia, acompanhados por seus advogados, após terem a prisão preventiva decretada pela Justiça. O mandado judicial, expedido pelo Magistrado Pedro Cardillo Filho de Proença Rosa Ávila às 16h16, determinou a custódia cautelar dos investigados, que são suspeitos de envolvimento na morte do goleiro Luan Stefano da Silva Nunes, ocorrida no último domingo (12), na comunidade de Matinha de Cima, zona rural do município, após uma briga generalizada, onde o mesmo teria sido atingido por um golpe de faca. Luan chegou a ser socorrido para a UPA 24h do município, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo informações apuradas, os três optaram por se apresentar de forma voluntária, sem resistência, em cumprimento à decisão judicial, sendo formalmente custodiados pela Polícia Civil. Eles permanecerão na delegacia à disposição do Poder Judiciário e deverão passar por audiência de custódia nos próximos dias. O processo tramita sob segredo de Justiça, e a Polícia Civil segue investigando o caso, apurando todas as circunstâncias e possíveis motivações do crime. A movimentação na delegacia gerou grande aglomeração de moradores e familiares da vítima, que aguardavam esclarecimentos. Após a confirmação da prisão, foi realizada uma carreata com fogos de artifício pela principal avenida da cidade, em meio à comoção popular. Os suspeitos foram posteriormente encaminhados para a realização de exame de corpo de delito, procedimento padrão em casos de prisão preventiva. O goleiro, conhecido por sua atuação em times amadores da região, era bastante querido e deixa familiares e amigos que seguem cobrando justiça.
A Polícia Civil iniciou, na tarde desta sexta-feira (17), por meio da Delegacia Territorial de Belmonte, as ações de combate à exploração sexual infantil no município, que já resultaram no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um comerciante de 63 anos, investigado por abusar sexualmente de uma criança de 10 anos. Segundo as investigações, o crime teria ocorrido em um estabelecimento comercial mantido pelo investigado, na localidade de Ponta de Areia, em Belmonte. A vítima foi ouvida em depoimento especial, conforme prevê a legislação vigente, ocasião em que relatou os atos de violência sofridos. A criança recebeu atendimento médico e será acompanhada pelo serviço psicossocial do município, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Oitivas e diligências seguem em andamento para identificar se o suspeito fez outras vítimas e reunir novos elementos que subsidiem o inquérito policial.
O ex-vereador de Barra da Estiva, Valdinei da Silva Caires, conhecido como “Bô”, foi condenado a 34 anos e 25 dias de prisão, além do pagamento de 100 salários-mínimos de multa, pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver. A sentença foi proferida na noite desta quinta-feira (16), no Fórum Juíza Leonor da Silva Abreu, em Brumado, após um julgamento que se estendeu durante todo o dia e foi presidido pelo Juiz de Direito Genivaldo Alves Guimarães, titular da Vara Criminal. O caso é considerado um dos mais emblemáticos da Chapada Diamantina, tanto pela gravidade dos fatos quanto pela trajetória política do réu, que estava em seu quarto mandato como vereador e chegou a ocupar cargos de destaque, como presidente da Câmara Municipal, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e vice-presidente da FETAG. De acordo com a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), o ex-vereador foi responsabilizado pela morte e desaparecimento de Beatriz Pires da Silva, de 25 anos, que estava grávida de seis meses quando desapareceu em janeiro de 2023. Segundo a acusação, o crime teria sido motivado pela gravidez, já que Beatriz afirmava que o vereador era pai da criança. Ainda conforme o MP, no dia do desaparecimento, a jovem teria entrado em um veículo pertencente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barra da Estiva, instituição então presidida por Valdinei. Desde então, a vítima nunca mais foi vista, e o corpo não foi localizado. Durante o júri popular, o Ministério Público sustentou que o réu agiu com dolo e frieza, utilizando sua posição de poder político para tentar encobrir o crime e manter influência sobre testemunhas. A promotoria pleiteou a pena máxima prevista para os delitos, reforçando o caráter hediondo do feminicídio e o agravante da gestação da vítima. A defesa, afirmou que o ex-vereador é inocente e que o caso seria resultado de uma perseguição política. Argumentou ainda que não há prova material do homicídio, uma vez que o corpo da vítima não foi encontrado, e anunciou que recorrerá da sentença. Após a deliberação do Conselho de Sentença, o juiz Genivaldo Guimarães proferiu decisão condenatória, reconhecendo a autoria e materialidade dos crimes. Valdinei Caires foi sentenciado a 34 anos e 25 dias de reclusão, em regime fechado, e ao pagamento de 100 salários-mínimos de multa. Durante a leitura da sentença, o réu chorou e afirmou acreditar que Beatriz ainda está viva: “Ela está viva e um dia vai aparecer”, declarou, emocionado, diante do júri. O Ministério Público considerou a pena abaixo do esperado, diante da gravidade dos fatos, e avalia recorrer para agravar a condenação. Valdinei “Bô” está preso preventivamente desde 2023 no Conjunto Penal de Brumado, no sudoeste da Bahia, onde permanecerá em caráter definitivo, até o trânsito em julgado da sentença. Ele teve o mandato cassado por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Barra da Estiva ainda em 2023, após a decretação da prisão preventiva. O caso causou forte comoção social e política no município, que acompanhou o julgamento sob esquema de segurança reforçado, com policiais militares e civis atuando dentro e fora do fórum. A sessão do júri foi acompanhada por moradores de Barra da Estiva, Brumado e cidades vizinhas, além da imprensa regional.
A Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco-LD), deflagrou nesta quinta-feira (16) a Operação Primus, que resultou na prisão de sete pessoas e na apreensão de armas, veículos de luxo e equipamentos usados para adulterar combustíveis. O principal alvo do esquema, apontado como líder da organização criminosa, foi preso em um hotel na cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina. Outros três mandados de prisão foram cumpridos em Conceição de Feira e Feira de Santana, além dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Durante as ações, foram apreendidas três pistolas, uma submetralhadora, carregadores, munições e cerca de dez veículos de alto padrão. A investigação também mira 200 postos de combustíveis suspeitos, e a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 6,5 bilhões. As equipes da Polícia Civil atuaram simultaneamente em Feira de Santana, Conceição do Jacuípe, Alagoinhas, Morro do Chapéu, Itaberaba, Iaçu e Lençóis, além das operações interestaduais. Segundo o Draco-LD, o objetivo é desarticular uma liderança criminosa que opera no setor de combustíveis e atua com lavagem de dinheiro e fraudes estruturadas. A operação segue em andamento, e novos desdobramentos podem ocorrer nos próximos dias.
Uma mulher foi flagrada tentando entrar com drogas no Conjunto Penal de Juazeiro, no norte da Bahia, na terça-feira (14). O caso foi descoberto por meio do sistema de escaneamento corporal BodyScan, utilizado pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap). Durante o procedimento de revista, o equipamento identificou um volume suspeito na região íntima da visitante. Diante da constatação, uma policial penal realizou a abordagem, e a mulher admitiu carregar entorpecentes, retirando o material do corpo. Foram apreendidos 88,3 gramas de maconha e 42,9 gramas de cocaína, totalizando mais de 130 gramas de drogas. A suspeita recebeu voz de prisão e foi encaminhada à 7ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), onde o caso foi registrado e as medidas legais estão sendo adotadas.
A Polícia Civil da Bahia recuperou joias avaliadas em cerca de R$ 200 mil durante uma operação realizada nesta terça-feira (14), em Vitória da Conquista, no Sudoeste do estado. Um casal foi preso em flagrante, suspeito de envolvimento no furto e receptação dos objetos. A ação foi conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR). Segundo a polícia, a mulher de 36 anos, que trabalhava como funcionária doméstica da vítima, foi presa no bairro Recreio. O homem, de 31 anos, dono de uma joalheria no centro da cidade, foi detido no estabelecimento comercial. As investigações começaram após o registro do boletim de ocorrência, quando surgiram suspeitas sobre a empregada da residência. Ao ser interrogada, ela confessou ter furtado as joias ao longo dos últimos 30 dias. Durante a análise do celular da mulher, os investigadores encontraram comprovantes de transferências via Pix realizadas pelo comerciante, a partir da conta jurídica da joalheria. Na delegacia, o homem admitiu ter comprado as peças por valores abaixo do mercado. Entre os materiais apreendidos estão correntes, pingentes e outras joias em ouro, além de dois celulares que serão periciados. Os objetos recuperados serão devolvidos à vítima, e as diligências continuam para localizar outras peças furtadas.
Um homem foi preso em flagrante na segunda-feira (13), em Belém (PA), acusado de aplicar golpes de estelionato nos estados da Bahia e do Pará, fingindo ser representante do Governo da Bahia. A prisão foi realizada pela Polícia Civil paraense. Segundo a corporação, o suspeito foi localizado após denúncia de um motorista contratado por ele, que também teria sido vítima. No momento da prisão, o homem não apresentou resistência. As investigações indicam que o acusado usava identidades falsas e dizia atuar na organização de eventos oficiais, inclusive mencionando ações ligadas à COP 30, que será sediada em Belém. De acordo com a polícia, uma das vítimas foi o diretor da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), que firmou um contrato falso de locação de imóveis e veículos no valor de R$ 275,5 mil. O homem teria recebido adiantamentos que somam R$ 120 mil e desaparecido em seguida. Na Bahia, a Delegacia de Juazeiro apura outros golpes aplicados com o mesmo método. O suspeito prometia empregos e contratos públicos em troca de pagamentos e usava o nome de órgãos estaduais para ganhar credibilidade. A Polícia Civil da Bahia e do Pará seguem trocando informações para identificar novas vítimas e possíveis comparsas. O homem segue preso em Belém, à disposição da Justiça.
Uma mulher de 28 anos foi esfaqueada pelo companheiro de 30 anos na tarde de quarta-feira (8), em Brumado, no Sudoeste da Bahia. O crime ocorreu por volta das 17h40, na Avenida Centenário, em frente a um supermercado. Segundo informações da Polícia Militar, o homem atacou a vítima enquanto ela estava sentada na calçada. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o agressor se aproxima e desferiu golpes de faca na região do peito e do pescoço. Mesmo ferida, a mulher conseguiu reagir e discutir com o autor, que foi contido por populares que presenciaram a cena e impediram que a agressão continuasse. Policiais do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) chegaram logo em seguida e prenderam o suspeito em flagrante. A mulher foi socorrida e encaminhada a uma unidade de saúde da cidade, onde recebeu atendimento médico. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime e deve investigar se havia histórico de violência entre o casal.
Um homem de 25 anos ficou ferido após ser esfaqueado pela companheira durante uma briga na tarde de sábado (30), no bairro São Francisco, em Carinhanha, no sudoeste da Bahia. A vítima, identificada como K.A.C, foi atingida por volta das 16h e recebeu atendimento no Hospital Municipal Maria Pereira Costa (Dona Quinha). Segundo o 4º Pelotão da 38ª CIPM, a unidade hospitalar acionou a polícia após a entrada de um paciente com perfuração no abdômen. Conforme a ocorrência, o ferimento tinha cerca de 5 cm, e foi solicitada uma tomografia para verificar possível lesão intestinal. O homem relatou que foi atingido por uma faca tipo peixeira, arremessada pela companheira, L.B.S, quando se preparava para ir a um culto. Ele disse que tentou impedi-la de furar os pneus do carro instantes antes da agressão. Aos policiais, a mulher afirmou que arremessou a faca após se sentir ameaçada com um cassetete, durante a tentativa de furar os pneus. Em seguida, levou a equipe até a cozinha e apresentou a arma usada. A vítima foi encaminhada ao Hospital Geral de Guanambi (HGG) para avaliação por imagem e, após exames, retornou ao Dona Quinha, onde permanece em observação. A mulher foi presa em flagrante e apresentada no plantão central da Delegacia Territorial de Guanambi, junto com a faca apreendida, para as medidas cabíveis.
Na noite desta quinta-feira (28), policiais militares da 92ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) prenderam duas mulheres suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Ouro Verde, em Barra do Choça, no sudoeste da Bahia. A ação ocorreu durante rondas, quando a guarnição recebeu uma denúncia sobre a comercialização de entorpecentes em um bar da região. Durante a abordagem, uma das suspeitas foi encontrada com porções de substância análoga à cocaína. As diligências continuaram e resultaram na apreensão de 35 porções da mesma substância, além de um aparelho celular e uma quantia em dinheiro. As duas mulheres e o material apreendido foram encaminhados à delegacia, onde ficaram à disposição da Justiça.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decretou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na decisão, o ministro argumentou que o ex-presidente tem feito "reiterado descumprimento das medidas cautelares". Segundo a decisão, Bolsonaro está proibido de receber visitar, com exceção de seus advogados, podendo apenas de receber contatos de pessoas autorizadas pelo Supremo. O ex-presidente ainda está proibido de usar o celular, direta ou indiretamente, por intermédio de terceiros. Ontem, o senador Flávio Bolsonaro fez uma chamada de vídeo de Bolsonaro na manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro. Moraes ainda reafirma a decisão que manteve as cautelares em proibir o ex-presidente de ter contato com embaixadores e se aproximar de embaixadas ou autoridades estrangeiras. Além manter a proibição do uso das redes sociais. Moraes ainda reafirma a decisão que manteve as cautelares em proibir o ex-presidente de ter contato com embaixadores e se aproximar de embaixadas ou autoridades estrangeiras. Além manter a proibição do uso das redes sociais. "O descumprimento das regras da prisão domiciliar ou qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e na decretação imediata da prisão preventiva, nos termos do art. 312, 1º, do Código de Processo Penal", ressalta o ministro.
Um homem foi preso nesta quinta-feira (22) suspeito de matar a ex-companheira Maria Clara Ferreira Silva Santos, de 18 anos, no município de Aurelino Leal, no sul da Bahia. Segundo a Polícia Civil, a jovem foi encontrada morta dentro de casa, no bairro Bela Vista, com marcas de espancamento e indícios de asfixia. A causa da morte será confirmada após exames do Departamento de Polícia Técnica (DPT). De acordo com a Polícia Militar, o casal estava separado e Maria Clara tinha uma medida protetiva contra o suspeito, que não aceitava o fim do relacionamento. Após o crime, ele fugiu levando o filho do casal, de 3 anos, e foi localizado em Itacaré. O homem tentou tirar a própria vida, mas foi socorrido e encaminhado ao Hospital Costa do Cacau, onde permanece custodiado. O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia Territorial de Aurelino Leal.
O vereador reeleito Alexandre Magno Rodrigues de Oliveira (MDB), da cidade de Paripiranga, na divisa da Bahia com Sergipe, foi condenado a 14 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (4) pelo 1º Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Salvador, durante sessão conduzida pela juíza Gelzi Maria Almeida Souza Matos. Alexandre Magno foi apontado como mandante do assassinato do médico José Carlos Carvalho, filiado ao PT, ocorrido no dia 2 de maio de 2014. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o crime foi motivado por questões políticas, já que o vereador considerava sua candidatura a prefeito de Paripiranga ameaçada pela possível candidatura de José Carlos. A sentença destacou o alto grau de reprovabilidade da conduta do vereador, embora ele tenha bons antecedentes. A pena base foi fixada em 12 anos e agravada para 14 anos devido ao reconhecimento do motivo fútil do crime. Alexandre Magno deverá cumprir a pena inicialmente em regime fechado. Além do vereador, Leonardo Fraga Guimarães, acusado de ser o autor dos disparos que mataram o médico, também foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado. A Justiça considerou que Leonardo agiu mediante emboscada e teria recebido promessa de recompensa feita por Alexandre Magno para cometer o crime. Um terceiro réu, identificado como Igor de Menezes Carvalho, foi absolvido pela Justiça.
Paulo Henrique da Silva Júnior foi condenado a 36 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de seu enteado, Cauã Lorenzo Silva Santos, de apenas dois anos. O crime ocorreu em 22 de outubro de 2022, em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia. O julgamento aconteceu na quarta-feira (27), e a decisão foi tomada por um júri popular. De acordo com as investigações da Polícia Civil, o homicídio foi motivado por ciúmes que Paulo Henrique sentia da mãe da criança. No dia do crime, o menino estava sob os cuidados do padrasto, que o asfixiou. Após cometer o ato, Paulo Henrique levou Cauã ao Hospital Carmela Dutra, alegando que o menino havia sofrido um engasgo. No entanto, exames revelaram lesões incompatíveis com essa versão, levando à confissão do crime durante o interrogatório. Paulo Henrique cumprirá sua pena no Conjunto Penal de Brumado, no sudoeste da Bahia. O caso chamou a atenção pela brutalidade e motivação fútil, destacando a importância de medidas para proteger crianças em situações vulneráveis.
Um homem de 36 anos, foi preso na noite desta quinta-feira (21) por policiais do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) em Guanambi, no sudoeste da Bahia. A prisão ocorreu por volta das 23h50, na Rua dos Expedicionários, após o suspeito furtar R$ 410 do caixa do Hotel Aconchego. De acordo com a Polícia Militar, o acusado aproveitou a ausência de funcionários na recepção para cometer o furto. Após ser acionada, a guarnição obteve informações detalhadas sobre o suspeito, descrito como um homem branco, alto, magro, usando boné, tênis preto e bermuda. Conhecido por outros furtos na região, com pelo menos quatro registros nos últimos meses, o homem foi localizado nas proximidades. Ao perceber a aproximação dos policiais, o homem tentou fugir, descartando o dinheiro próximo a um poste. Durante a fuga, ele tropeçou na calçada e caiu. Mesmo mobilizado após a queda, ele resistiu à prisão com chutes e socos contra os policiais, sendo necessário o uso da força para contê-lo. Antes de ser apresentado na Delegacia Territorial de Guanambi, o suspeito foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA/24h) para tratar lesões decorrentes da queda e por queixas de dores na clavícula. Após atendimento médico, ele foi transferido para a delegacia junto com o dinheiro recuperado. A Polícia Militar informou que o acusado já é conhecido por práticas semelhantes e segue à disposição da Justiça para responder pelos crimes cometidos.
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