O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, usou as redes sociais nesta quinta-feira (15) para criticar os episódios de violência registrados durante a Lavagem do Bonfim, em Salvador. Em publicação, ele classificou a situação como inaceitável e afirmou que “é impossível achar isso normal”. Na mensagem, ACM Neto lamentou o fato de a data religiosa ter sido marcada por morte e pessoas feridas. Segundo ele, o dia deveria ser dedicado a pedidos de paz, proteção e esperança. “É impossível não sentir revolta. É impossível não sentir tristeza. É impossível achar isso normal. Já deu”, escreveu. A manifestação ocorreu após a morte do capitão Salomão, da 18ª Companhia Independente da Polícia Militar, baleado durante uma tentativa de assalto na Avenida Contorno, em frente ao Bahia Marina. O policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito, identificado como Vitor Souza da Silva, conhecido como Índio, também morreu durante a troca de tiros. Ainda durante a Lavagem do Bonfim, um homem foi morto e outras sete pessoas ficaram feridas após uma discussão na Avenida Jiquitaia. As vítimas foram atingidas por disparos de arma de fogo em meio à festa. Em nota, a Polícia Civil da Bahia informou que o homem morto foi identificado como Joilson Santana de Souza, de 30 anos. As demais vítimas, quatro homens e três mulheres, não tiveram as identidades divulgadas. Todos foram encaminhados para unidades de saúde, onde seguem recebendo atendimento médico.
A Comissão de Comunicação e Direito Digital do Senado Federal aprovou um projeto de lei (PL) que estabelece diretrizes para as redes sociais e outras plataformas, com o objetivo de proteger crianças e adolescentes que utilizam a internet. De relatoria do senador Flávio Arns (PSB), o texto determina que plataformas digitais adotem uma série de medidas para proteger menores de idade. Para se tornar uma lei, o projeto ainda terá de ser aprovado pelos deputados e sancionado pelo presidente Lula (PT). O projeto também estabelece que serviços de tecnologia deverão derrubar independentemente de ordem judicial conteúdos identificados como de exploração e abuso sexual infantil. Outras medidas previstas no texto obrigam o uso de verificação de idade para barrar o acesso de menores a conteúdos pornográficos; proíbem a venda das chamadas “caixas de recompensa” em jogos eletrônicos; e restringem o alcance da publicidade a crianças.
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