14 de abril de 2026

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Polícia investiga esquema de venda ilegal de canetas emagrecedoras em farmácias da Bahia

11/03/2026 - 07:00
Polícia investiga esquema de venda ilegal de canetas emagrecedoras em farmácias da Bahia
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã de quarta-feira (11), a Operação Peptídeos para desarticular um esquema criminoso de comercialização irregular de substâncias conhecidas como “canetas emagrecedoras”. A ação é conduzida por equipes da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). Durante a operação, estão sendo cumpridos mandados judiciais nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho e Feira de Santana, além da capital paulista, São Paulo. Segundo as investigações, o grupo atuava na venda clandestina de substâncias utilizadas originalmente no tratamento de pacientes com diabetes tipo 2, mas que vinham sendo divulgadas para fins estéticos e de emagrecimento. De acordo com a polícia, os produtos eram comercializados, na maioria das vezes, sem prescrição médica e fora dos padrões sanitários exigidos pela legislação. As apurações apontam ainda que as vendas ocorriam principalmente por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens. A investigação também indica que as substâncias eram transportadas e armazenadas sem controle sanitário adequado e comercializadas sem comunicação aos órgãos de vigilância sanitária, o que pode representar riscos à saúde dos consumidores. Segundo o delegado Thomas Galdino, cerca de 70 mandados judiciais estão sendo cumpridos. Um deles teve como alvo um estabelecimento da área de saúde no estado de São Paulo, identificado como envolvido na venda irregular dos produtos. Ainda conforme o delegado, profissionais de saúde e esteticistas também estão entre os investigados por participação no esquema. Mais de 200 policiais civis participam da operação, com equipes de diversos departamentos da corporação, além do apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT), da Vigilância Sanitária de Salvador e da Polícia Militar da Bahia.

Policial militar é condenado a 13 anos por estupro de vulnerável na Bahia

26/11/2025 - 08:00
Policial militar é condenado a 13 anos por estupro de vulnerável na Bahia
Foto: Divulgação

Um policial militar foi condenado definitivamente a 13 anos de prisão por estupro de vulnerável cometido contra sua enteada. O trânsito em julgado ocorreu no último dia (17), após a 2ª Vara Criminal de Simões Filho confirmar a decisão solicitada pelo Ministério Público da Bahia. O réu cumprirá a pena em regime fechado. Segundo a denúncia apresentada pelo MP em (2017), os abusos começaram quando a vítima tinha 11 anos e se estenderam por mais de dois anos, provocando danos psicológicos reconhecidos pela Justiça. O acusado conviveu em união estável com a mãe da adolescente por oito anos e passou a morar com a família quando a criança tinha seis anos. Ele já havia sido condenado em (07/2023) pela prática continuada do crime, ocorrido entre 2012 e 2016. A defesa tentou reverter a sentença por meio de recurso especial e agravo ao Superior Tribunal de Justiça, mas ambos foram negados. Com isso, a decisão se tornou definitiva e confirmou integralmente a pena aplicada ao policial militar. A promotora Mariana Pacheco destacou que denúncias são fundamentais para interromper ciclos de violência no ambiente familiar. Ela afirmou que o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade do Ministério Público, que atua com campanhas, redes de apoio e capacitação profissional por meio de seus centros de apoio e promotorias.