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Anvisa mantém proibição de fabricação e venda de produtos da Ypê por risco sanitário

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Anvisa mantém proibição de fabricação e venda de produtos da Ypê por risco sanitário
Foto: Divulgação / @oficialype

A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou, nesta sexta-feira (15), o recurso apresentado pela Ypê e manteve a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de 25 produtos da marca. A decisão foi tomada por unanimidade, após fiscais identificarem deficiências sistêmicas nas boas práticas de fabricação e a presença de bactérias em itens de limpeza.


O relator do caso e diretor-geral da agência, Leandro Safatle, justificou a medida pelo risco sanitário grave, destacando que a empresa não identificou claramente os lotes contaminados. Apesar da proibição, o órgão acatou o efeito suspensivo para o recolhimento dos produtos e mantém um canal de diálogo com a fabricante para garantir a correção das falhas.


Desde a última semana, quando a Resolução 1.834/2026 foi publicada, a Ypê interrompeu a produção na unidade de Amparo (SP) para atender a um plano com 239 ações corretivas. Representantes da empresa reuniram-se com o órgão regulador para apresentar laudos técnicos e atualizações sobre o processo fabril, buscando regularizar a situação.


Em nota, a Ypê informou que colabora com a Anvisa para oferecer uma solução definitiva e assegurar a qualidade dos itens. A empresa reforçou que está fornecendo análises detalhadas de microbiologia e riscos ao consumidor para reverter as restrições impostas pela vigilância sanitária.

Anvisa identifica falhas graves em produtos da Ypê e determina recolhimento

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Anvisa identifica falhas graves em produtos da Ypê e determina recolhimento
Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. A medida atinge lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes fabricados pela empresa Química Amparo, em São Paulo, que apresentem numeração de lote terminada em 1.


A decisão, publicada na Resolução 1.834/2026 do Diário Oficial da União, foi motivada por falhas críticas no processo produtivo, incluindo deficiências nos sistemas de garantia e controle de qualidade. A Anvisa ressaltou que tais requisitos são essenciais para assegurar a segurança sanitária dos itens. As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar o monitoramento para impedir a circulação desses lotes.


A Química Amparo informou que, desde novembro de 2025, já realizava um recolhimento voluntário de lotes específicos de lava-roupas após a detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa em análises internas. A empresa disponibilizou em seu site oficial orientações aos consumidores sobre os riscos à saúde e os procedimentos necessários caso tenham adquirido algum dos itens afetados.


Os consumidores devem verificar a numeração dos produtos em casa e evitar o uso daqueles que se enquadram na determinação da agência. A lista completa dos produtos, que inclui linhas como Tixan Ypê, desinfetantes Pinho e Atol, além de diversos detergentes Ypê, pode ser consultada na íntegra da resolução publicada hoje pela Anvisa.

PRF apreende medicamentos proibidos em ônibus na BR-116 em Vitória da Conquista

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 PRF apreende medicamentos proibidos em ônibus na BR-116 em Vitória da Conquista
Foto: Divulgação / PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu medicamentos de uso proibido e sem documentação na última quarta-feira (22), em Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. A ação ocorreu durante uma fiscalização de rotina na BR-116, por volta das 14h10, em um ônibus interestadual que fazia a linha entre São Paulo e Garanhuns.


Durante a vistoria nas encomendas transportadas pelo veículo, as equipes do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) e policiais da unidade local encontraram 36 seringas de retatrutida. A substância, que possui potencial para o tratamento da obesidade, está em fase de estudos clínicos e não possui autorização para comercialização ou uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Além das seringas, os policiais localizaram frascos de tirzepatida, comercializada sob o nome de Mounjaro, que também estavam sendo transportados sem qualquer comprovação de origem ou autorização legal.


Todo o material foi apreendido pela PRF e encaminhado à Receita Federal em Vitória da Conquista. O órgão será responsável pelos procedimentos administrativos e legais cabíveis diante da irregularidade.

Supermercado em Vitória da Conquista tem 1.800 kg de alimentos vencidos apreendidos pela Vigilância

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Supermercado em Vitória da Conquista tem 1.800 kg de alimentos vencidos apreendidos pela Vigilância
Foto: Divulgação

A Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista apreendeu, nesta quinta-feira (23), cerca de 1.800 quilos de produtos alimentícios impróprios para consumo em um supermercado da cidade, no Sudoeste da Bahia. Os itens, com prazos de validade expirados, eram comercializados nas prateleiras e armazenados no estoque do estabelecimento.


Entre os produtos apreendidos estavam biscoitos, pães, feijão e arroz, muitos com validade vencida desde 2024. O coordenador da Vigilância Sanitária, Maico Mares, destacou a gravidade da situação e informou que os alimentos serão descartados no Aterro Sanitário Municipal. "Produtos estes que não podem estar no estabelecimento uma vez vencidos e têm que ser descartados de imediato", afirmou Mares.


Apesar da apreensão, o supermercado continua em funcionamento, mas a área de armazenamento onde as irregularidades foram identificadas foi parcialmente interditada. A comercialização de produtos vencidos é uma infração sanitária, conforme a Resolução RDC nº 216/2004 da Anvisa, que exige o descarte imediato de itens fora do prazo de validade. A prática também fere o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).


A Vigilância Sanitária orienta os consumidores a sempre verificarem os rótulos dos produtos e a denunciarem irregularidades aos órgãos competentes. Em caso de reincidência, o estabelecimento pode sofrer sanções mais rigorosas, incluindo a interdição total das atividades.

Supermercado em Vitória da Conquista tem 1.800 kg de alimentos vencidos apreendidos pela Vigilância
Foto: Divulgação

Anvisa publica registro da vacina contra dengue de produção 100% nacional

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Anvisa publica registro da vacina contra dengue de produção 100% nacional
Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registra da vacina contra a dengue, desenvolvida pelo instituto Butantan, no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (8). Com o registro do imunizante já anunciado no final de novembro, pelo Ministério da Saúde, a intenção é iniciar a aplicação das doses, gratuitamente, em 2026, via Sistema Único de Saúde (SUS). A Anvisa informou a oficialização do processo regulatório e autorização da produção e comercialização da vacina. "O registro é um marco para o enfrentamento da dengue no Brasil. A vacina passou por todas as etapas de análise técnica e regulatória previstas na legislação sanitária, garantindo sua segurança, qualidade e eficácia". A vacina, tetravalente, combate quatro sorotipos da dengue e é aplicada em dose única. "A tecnologia utilizada pelo novo imunizante é a de vírus vivo atenuado, que é segura e já empregada em diversas outras vacinas em uso no Brasil e no mundo", completou a Anvisa, em nota.

Anvisa aprova primeira vacina contra dengue em dose única, desenvolvida pelo Butantan

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Anvisa aprova primeira vacina contra dengue em dose única, desenvolvida pelo Butantan
Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a Butantan-DV, primeira vacina do mundo contra a dengue capaz de oferecer proteção com uma única dose. Produzido pelo Instituto Butantan, o imunizante será aplicado inicialmente em pessoas de 12 a 59 anos e deverá ser incorporado ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O instituto já havia iniciado a fabricação antes da aprovação regulatória e conta com cerca de 1 milhão de doses prontas para distribuição ao PNI. A decisão ocorre em um momento de forte avanço da doença no país. Em 2024, o Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis, número quatro vezes maior que o de 2023. Neste ano, 1,6 milhão de notificações já foram contabilizadas. Os resultados de eficácia foram obtidos a partir de um estudo que acompanhou mais de 16 mil voluntários entre 2016 e 2024, distribuídos em 14 estados. Entre o público de 12 a 59 anos, a proteção geral do imunizante atingiu 74,7%. Para formas graves ou com sinais de alarme, o índice subiu para 91,6%. O estudo também registrou 100% de eficácia na prevenção de hospitalizações. A inclusão da vacina no calendário nacional permitirá ampliar a resposta à dengue em todo o país, reforçando ações de controle em meio ao aumento expressivo de casos.

Anvisa proíbe duas substâncias utilizadas em produtos para unhas

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Anvisa proíbe duas substâncias utilizadas em produtos para unhas
Foto: Blog Sudoeste

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na última quarta-feira (29), uma resolução que proíbe o uso de duas substâncias químicas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. A medida tem como objetivo proteger a saúde da população contra riscos de câncer e problemas reprodutivos, e foi aprovada durante reunião da Diretoria Colegiada do órgão. As substâncias vetadas são o TPO [óxido de difenil (2,4,6-trimetilbenzol) fosfina] e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA). Esses componentes são usados em produtos para unhas em gel e esmaltes em gel, que precisam ser expostos à luz ultravioleta (UV) ou LED. Estudos indicam que o DMPT é potencialmente cancerígeno em humanos, enquanto o TPO é considerado tóxico para a reprodução, podendo afetar a fertilidade. De acordo com a relatora da proposta, diretora Daniela Marreco, a proibição é uma medida de precaução necessária diante dos riscos comprovados. Ela destacou que, embora os efeitos mais intensos ocorram entre profissionais que manuseiam esses produtos com frequência, usuários comuns também estão sujeitos aos efeitos nocivos. Segundo Daniela, “cabe ao Estado atuar preventivamente, evitando a perpetuação de um risco sabidamente evitável”. Com a decisão, o Brasil se alinha aos padrões de segurança da União Europeia, que também proibiu recentemente o uso dessas substâncias. A resolução entra em vigor imediatamente, proibindo a fabricação, importação e registro de produtos com TPO ou DMPT. As empresas terão 90 dias para interromper a comercialização e realizar o recolhimento dos produtos ainda disponíveis no mercado.

Anvisa autoriza ensaio clínico de medicamento oral contra dengue

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Anvisa autoriza ensaio clínico de medicamento oral contra dengue
Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a segunda fase do ensaio clínico de um medicamento oral contra a dengue. Chamado de EYU688, o fármaco está sendo patrocinado no país pela empresa farmacêutica Novartis Biociências, localizada em São Paulo.  A autorização foi publicada nesta segunda-feira (21) e divulgada na terça-feira (22). Além do Brasil, o ensaio clínico do medicamento também é realizado em Cingapura, na Índia, na Malásia e no Vietnã. Na segunda fase, o patrocinador tem a inteção de incluir 38 pacientes, que serão escolhidos em centros de pesquisa clínica localizados em Brasília-DF (7), em Sorocaba e São José do Rio Preto-SP (17), em Manaus-AM (7) e no Rio de Janeiro-RJ (7). O objetivo principal é avaliar a eficácia e a segurança do medicamento em pacientes infectados com a dengue. Até a terça-feira o país identificou mais de 6,5 milhões de casos prováveis da doença. Outras  5.661 foram mortas pela dengue.

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