A Arquidiocese de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, confirmou a realização de um show com Frei Gilson no dia 14 de novembro de 2026. A apresentação integra a programação do Ano Vocacional, que marcará toda a agenda da arquidiocese ao longo de 2026. O evento será voltado especialmente para jovens e para fiéis que participam das ações de formação espiritual do território. De acordo com a arquidiocese, a proposta é promover um momento de evangelização e animação vocacional a partir da música, da espiritualidade e da convivência entre comunidades. O show pretende reunir diferentes paróquias e grupos que atuam no processo de acompanhamento vocacional, fortalecendo o encontro entre juventude e Igreja. A Arquidiocese informou que o Ano Vocacional contará com diversas iniciativas distribuídas ao longo de 2026, e que a presença de Frei Gilson faz parte de um esforço maior de engajamento pastoral. A expectativa é de um evento com forte adesão de fiéis da cidade e de municípios vizinhos, que tradicionalmente participam de atividades da diocese. Mais detalhes sobre local, horário e estrutura do show serão divulgados posteriormente pelos canais oficiais da Arquidiocese de Vitória da Conquista, que segue organizando a programação completa do Ano Vocacional.
A Justiça Federal em Vitória da Conquista concedeu liminar favorável ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), proibindo a Arquidiocese e o cartório de imóveis local de realizarem transferências de propriedades em sete bairros da cidade. A decisão, divulgada nesta segunda-feira (29), impede que milhares de moradores sejam obrigados a pagar taxas como o laudêmio, valor cobrado em transações de imóveis sob regime de enfiteuse. De acordo com o MP, a cobrança poderia atingir cerca de 150 mil pessoas, incluindo famílias beneficiadas por programas habitacionais, além de comprometer áreas onde funcionam órgãos públicos federais. A Justiça entendeu que não existe base registral que justifique a aplicação da taxa, uma vez que a Arquidiocese não regularizou os registros dentro do prazo legal, encerrado em 2003. Além disso, o juiz determinou a realização de uma audiência pública no dia 11 de novembro, às 9h, no auditório da Subseção Judiciária, para debater os impactos sociais e jurídicos da possível cobrança.
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