A Polícia Civil concluiu uma investigação que apurou crimes contra a honra praticados em ambiente virtual em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O inquérito foi finalizado na segunda-feira (15) pela 1ª Delegacia Territorial do município e identificou uma dentista de 29 anos como responsável pela criação de um perfil falso em rede social usado para perseguir, difamar e caluniar um ex-ficante. A apuração teve início após denúncia registrada no fim de novembro de 2025, informando que um perfil falso estaria disseminando informações inverídicas com o objetivo de atingir a reputação da vítima. Durante as diligências, os investigadores constataram que a suspeita utilizava a conta falsa para enviar mensagens a pessoas próximas do homem, com acusações sem comprovação. Segundo a Polícia Civil, entre as alegações estavam supostas agressões físicas à ex-companheira da vítima, transmissão de doença sexualmente transmissível, abandono de filho, envolvimento em traições e a acusação de ter engravidado outra mulher sem assumir a criança. As mensagens também continham ofensas pessoais. Durante interrogatório, acompanhado por advogado, a investigada confessou os crimes e afirmou que agiu por ciúmes, após não ser mais correspondida pelo ex-ficante. Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil procedeu ao indiciamento da mulher pelos crimes de calúnia e difamação, com agravante pelo uso de redes sociais, além do crime de perseguição, conhecido como stalking. O inquérito foi concluído e encaminhado à Justiça para análise do Ministério Público.
A Polícia Civil da Bahia concluiu, na quarta-feira (19), o inquérito que investigou crimes de violência psicológica, difamação e ameaça contra uma estudante de 19 anos em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. A apuração foi conduzida pela 1ª Delegacia Territorial do município. Os fatos ocorreram em outubro, durante e após uma excursão de um cursinho pré-vestibular do bairro Candeias, organizada para participação em um campeonato de futsal. De acordo com o relatório policial, as agressões aconteceram em um grupo de WhatsApp, onde a vítima recebeu mensagens com conteúdo depreciativo e humilhante, principalmente relacionadas à sua estatura física. A investigação identificou seis jovens, com idades entre 18 e 20 anos, como responsáveis pelas mensagens. Entre os conteúdos analisados estavam expressões de caráter ofensivo e discriminatório, direcionadas a expor a vítima de forma vexatória. Os envolvidos foram interrogados e admitiram participação nas ofensas, declarando arrependimento. Após a conclusão do inquérito, o material foi encaminhado à Justiça para adoção das medidas cabíveis.
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