Por: Redação / Blog Sudoeste | qua, 08/07/2026 - 10:00
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta terça-feira (7), a Operação Libertas em Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. A ação teve como objetivo cumprir um mandado de busca e apreensão contra um homem de 24 anos, investigado por possível ligação com um grupo extremista que atua em plataformas digitais.
As investigações apontam que o suspeito utilizava ambientes virtuais para divulgar conteúdos de caráter discriminatório, além de compartilhar símbolos e materiais associados à propaganda extremista. O mandado judicial foi expedido pela 1ª Vara Criminal de Vitória da Conquista e cumprido no bairro Bateias II.
Durante a diligência, os policiais apreenderam celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos na residência do investigado. O material será submetido à perícia técnica para auxiliar no prosseguimento das investigações, que buscam identificar a extensão das atividades do grupo e eventuais coautores ou colaboradores.
A operação foi conduzida pelo Núcleo da Criança e do Adolescente (NCA), vinculado à 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Vitória da Conquista).
A Rússia bloqueou o acesso ao WhatsApp, Instagram e Facebook no país, segundo informações divulgadas pelo jornal Financial Times na quarta-feira (11). Os aplicativos foram removidos de um diretório oficial mantido pelo Roskomnadzor, órgão responsável pela regulação da internet no território russo. Ao retirar Instagram e Facebook da lista oficial, o governo classificou as plataformas, que pertencem à Meta, como “extremistas”. O acesso ao YouTube também sofreu limitações, embora não esteja confirmado se a plataforma foi formalmente excluída do diretório regulatório. O bloqueio amplia uma série de restrições já adotadas nos últimos anos contra redes sociais estrangeiras. O WhatsApp, que teria cerca de 100 milhões de usuários no país, já vinha enfrentando limitações. A nova medida indica que o bloqueio pode se tornar mais duradouro ou até permanente. Em declaração ao Financial Times, o WhatsApp classificou a decisão como um “retrocesso”, afirmando que a restrição pode reduzir a segurança dos usuários. A empresa também afirmou que o governo russo teria tentado direcionar os usuários para uma alternativa controlada pelo Estado. Essa alternativa é o aplicativo Max, desenvolvido pela rede social russa VK, controlada por aliados do presidente Vladimir Putin. Inspirado no modelo do aplicativo chinês WeChat, o Max reúne funções de mensagens e acesso a serviços públicos. Diferentemente do WhatsApp, a plataforma não adota criptografia de ponta a ponta, o que pode permitir acesso de terceiros às conversas, segundo o Financial Times. O governo russo nega as acusações. Além das novas restrições, o país também limitou parcialmente o uso do Telegram e bloqueou chamadas de voz no aplicativo, medida semelhante à aplicada anteriormente ao WhatsApp.