11 de janeiro de 2026

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Bebê de 1 ano morre por asfixia em creche clandestina

13/12/2025 - 10:00
Bebê de 1 ano morre por asfixia em creche clandestina
Foto: Reprodução

Uma bebê de um ano morreu após passar o dia em uma creche clandestina em Ceilândia, no Distrito Federal. O caso foi registrado na quinta-feira (11) e é investigado pela Polícia Civil. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi asfixia, mas o laudo que vai detalhar a dinâmica do ocorrido deve ser concluído em até 30 dias. A criança, identificada como Laura Rebeca, foi deixada no local pela primeira vez. A mãe, a cabeleireira Lorraine Stephanie, afirmou que precisou recorrer ao serviço por não conseguir vaga na rede pública e confiou na indicação de conhecidos. A casa onde funcionava a creche fica próxima ao salão onde ela trabalha. Ao retornar para buscar a filha, encontrou a bebê já sem vida. De acordo com a mãe, a responsável pelo local apresentou versões diferentes sobre o que teria acontecido. Em um dos relatos, disse que a criança dormiu após se alimentar e foi encontrada desacordada algum tempo depois. Em outra versão, afirmou que o bebê conforto teria virado. Já em um terceiro relato, disse que precisou se ausentar e deixou a criança sob os cuidados do marido. Na sexta-feira (12), o imóvel estava fechado e não havia crianças no local. A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que não existe creche credenciada no endereço e que vai apurar o caso. A cuidadora deve prestar depoimento oficial nos próximos dias. A reportagem tentou contato com a responsável pelo local, mas não obteve retorno.

Homem morre após se engasgar com banana em Anagé

08/12/2025 - 07:00
Homem morre após se engasgar com banana em Anagé
Foto: Alan Rich/Blog Sudoeste

Um homem morreu após sofrer engasgo enquanto comia uma banana na cidade de Anagé, no domingo (7). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado e realizou manobras para tentar desobstruir as vias aéreas, porém o estado clínico da vítima se agravou rapidamente, resultando em uma parada cardiorrespiratória. A equipe conseguiu encaminhar o homem para uma unidade hospitalar da região, mas ele não resistiu. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista. A identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades.

Amanda Fernandes de 42 anos é morta com 51 facadas e três tiros pelo marido, sargento da PM, diz IML

21/05/2025 - 15:00
Amanda Fernandes de 42 anos é morta com 51 facadas e três tiros pelo marido, sargento da PM, diz IML
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um laudo do IML revelou detalhes brutais sobre a morte de Amanda Fernandes Carvalho, de 42 anos, assassinada pelo marido, o sargento da Polícia Militar Samir do Nascimento Rodrigues de Carvalho, em Santos, no litoral de São Paulo. O crime aconteceu no dia 7 de maio, dentro de uma clínica médica. Segundo o documento, Amanda foi atingida por 51 facadas e três disparos de arma de fogo. O ataque também deixou ferida a filha do casal, de 10 anos, que tentou proteger a mãe e foi socorrida após o crime, permanecendo internada por seis dias. De acordo com as investigações, Samir invadiu a clínica armado e, após discutir com Amanda, efetuou diversos disparos, atingindo a esposa e a filha. Em seguida, utilizou uma faca para golpear Amanda múltiplas vezes. O laudo necroscópico aponta que a maioria das facadas atingiu o lado direito do corpo da vítima, com lesões que se estenderam da coxa até o rosto. Os tiros foram disparados à distância. O médico legista concluiu que a morte foi causada por anemia aguda devido à hemorragia interna traumática provocada pelos ferimentos. Amanda, que era empresária e mãe de três filhos, já havia relatado a amigos e familiares que vivia sob constantes ameaças do marido e temia por sua vida. Segundo depoimentos, ela chegou a pedir ajuda minutos antes do crime, dizendo que estava sendo ameaçada por Samir, que estava armado e não aceitava o fim do relacionamento. O sargento Samir foi preso em flagrante e encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. Ele está inativo da corporação e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. A Polícia Militar instaurou um inquérito para apurar a conduta dos agentes que atenderam à ocorrência, já que havia policiais no local no momento do crime. O caso é tratado como feminicídio e tentativa de homicídio contra a filha do casal.