Uma mulher deu à luz dentro de uma loja no bairro de Santo Antônio, área central do Recife, após entrar em trabalho de parto enquanto comprava itens do enxoval do bebê. O caso ocorreu na quinta-feira (4) e foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento. A mãe foi identificada como Pábada Regina Ferreira de Lima, de 28 anos. As imagens mostram o momento em que Pábada sinaliza às funcionárias que sentia fortes contrações. Diante da situação, as vendedoras a colocaram no chão e improvisaram apoio com um travesseiro enquanto aguardavam socorro. Em poucos instantes, porém, o parto se precipitou e a cabeça do bebê passou pelo short da mãe. Uma das funcionárias conseguiu segurá-lo para evitar a queda. O recém-nascido, chamado João Pedro, foi colocado no colo da mãe logo após o nascimento. Segundo a proprietária da loja, o parto durou cerca de um minuto e meio, sem tempo para qualquer preparação. A equipe do Samu encaminhou mãe e filho para a Maternidade Professor Barros Lima, onde ambos receberam atendimento e seguem bem, de acordo com as informações repassadas pela unidade de saúde.
🚨🤰 Uma mulher de 27 anos, grávida do quinto filho, deu à luz dentro de uma loja de artigos para bebê no centro do Recife, enquanto fazia compras para o enxoval. pic.twitter.com/pn3IQ9slwV
— AM ATUAL (@AmazonasAtual) December 5, 2025
Um homem morreu na terça-feira (2) após ser atingido por uma barra de ferro enquanto realizava supino em uma academia de Olinda, na Região Metropolitana do Recife. O impacto ocorreu na segunda-feira (1º). Ele chegou a se levantar, mas caiu logo em seguida e foi amparado por funcionários e alunos. A RW Academia informou que a equipe prestou socorro imediato e encaminhou o aluno ao hospital, onde ele não resistiu. Em nota, a instituição manifestou pesar e afirmou que Ronald José Salvador será lembrado com respeito pela comunidade da unidade. O velório ocorreu na quarta-feira (3), com sepultamento no Cemitério Morada da Paz, em Paulista (PE). Moradores e frequentadores da academia lamentaram a morte do jovem. A Polícia Civil registrou o caso como morte acidental, por meio da Delegacia de Rio Doce. As apurações permanecem em curso para esclarecer as circunstâncias do fato.
Um incêndio de grandes proporções atingiu cerca de 20 casas da comunidade Icauã, no bairro da Caxangá, Zona Oeste do Recife, na noite de sábado (29), deixando cinco mortos: uma mulher, três crianças e um bebê. A área atingida faz parte de uma ocupação do Movimento Urbano dos Trabalhadores Sem-Teto e ficou praticamente destruída com a rapidez das chamas. As vítimas foram identificadas como Isabele Gomes de Macedo, de 40 anos, e seus quatro filhos: Aline, de 7 anos; Adriel, de 4; Aguinaldo, de 3; e Ariel, de 1 ano. Testemunhas relataram que o companheiro de Isabele, Aguinaldo José Alves, de 39 anos, é suspeito de ter iniciado o fogo após uma discussão com a mulher momentos antes do incêndio. Ele acabou agredido por moradores, contido pela Polícia Militar e preso em flagrante. A Justiça decretou prisão preventiva. De acordo com relatos de vizinhos, o casal discutia quando as chamas começaram a se espalhar pelas residências improvisadas, atingindo rapidamente grande parte da ocupação. O Corpo de Bombeiros deslocou oito viaturas para o local, incluindo equipes de combate a incêndio, resgate e salvamento, totalizando 26 militares na operação. As causas do incêndio serão investigadas pela Polícia Civil, que também apura a conduta do suspeito e os eventos que antecederam a tragédia. As autoridades trabalham na identificação de sobreviventes, avaliação dos danos estruturais e apoio às famílias que viviam na comunidade.
A Justiça do Trabalho determinou que o Posto Power, no Recife, deixe de exigir que funcionárias trabalhem usando calça legging e camiseta cropped. A decisão liminar, da 10ª Vara do Trabalho, foi assinada pela juíza Ana Isabel Koury e divulgada nesta quarta-feira 12 pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região. Pelo despacho, a empresa responsável pelo posto, FFP Comércio de Combustíveis Ltda., tem cinco dias para substituir o uniforme por peças adequadas ao ambiente profissional, como calças de corte reto e camisas de comprimento convencional. O descumprimento pode gerar multa diária de 500 reais por trabalhadora. Segundo a magistrada, fotos anexadas ao processo mostraram peças consideradas justas e curtas, situação que, segundo ela, expõe as frentistas e “desvirtua a finalidade protetiva do uniforme”. A ação foi apresentada pelo Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Pernambuco, depois que uma funcionária relatou constrangimento e desconforto no local de trabalho. A entidade aponta que o uniforme imposto viola a Convenção Coletiva de Trabalho e normas de segurança, além de estimular situações de assédio e humilhação. O sindicato informou ainda que, mesmo após a liminar, o posto continuou exigindo o uso das peças contestadas. Em nota, a FFP Comércio de Combustíveis negou as acusações e afirmou que recorrerá da decisão. A empresa disse que as imagens apresentadas no processo não seriam de funcionárias e que não refletem o uniforme oficial do posto. As informações podem ser atualizadas.
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