A Prefeitura de Dom Basílio, no sudoeste da Bahia, autorizou um reajuste médio de 9,30% na tarifa de água cobrada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto para o exercício de 2026. A medida foi oficializada por meio de decreto publicado no Diário Oficial do Município na quinta-feira (22). De acordo com o decreto, o novo valor passa a valer para as contas de água com vencimento a partir do mês de fevereiro. A atualização atinge todas as categorias de consumidores atendidos pelo sistema municipal de abastecimento. O prefeito Fernando Silva Santos (PSD) justificou o reajuste com base no aumento dos custos operacionais do serviço. Entre os principais fatores apontados estão as despesas com combustível, energia elétrica, produtos químicos utilizados no tratamento da água e materiais hidráulicos. Ainda segundo a prefeitura, o reajuste leva em conta a inflação acumulada ao longo de 2025 e os resultados de um estudo de revisão tarifária realizado no período de 2022 a 2026. O levantamento indicou a necessidade de recomposição dos valores para garantir o equilíbrio econômico-financeiro do Saae e assegurar a continuidade dos serviços prestados à população. A administração municipal afirmou que a medida é necessária para manter o funcionamento do sistema de abastecimento e a qualidade do fornecimento de água no município.
O governo dos Estados Unidos retirou tarifas de 40% que incidiam sobre diversos produtos brasileiros, entre eles carne bovina, café, frutas, bebidas e petróleo. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (20) e representa um avanço nas negociações entre os dois países, com impacto direto no agronegócio e em setores da indústria nacional. A medida foi formalizada por ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump. O documento aponta que o recuo nas tarifas ocorreu após tratativas diretas entre Trump e o presidente Lula, que discutiram a revisão das cobranças impostas anteriormente ao Brasil. A suspensão amplia um movimento iniciado na semana passada, quando o governo norte-americano já havia eliminado uma tarifa de 10% aplicada a parte dos alimentos exportados pelo país. A expectativa é de que a retirada das taxas melhore a competitividade dos produtores brasileiros e fortaleça o fluxo comercial entre as duas nações.
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