25 de janeiro de 2026

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Bolsonaro é transferido para Papudinha por determinação de Moraes

16/01/2026 - 05:00
Bolsonaro é transferido para Papudinha por determinação de Moraes
Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi transferido nesta quinta-feira (15) para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro estava preso antes na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde começou a cumprir sua pena de 27 anos por golpe de Estado e outros crimes. Segundo a decisão de Moraes, a transferência de Bolsonaro para uma Sala de Estado Maior, "permitirá o aumento do tempo de visitas aos familiares, a realização livre de 'banho de sol' e de exercícios a qualquer horário do dia, inclusive com a instalação de aparelhos para fisioterapia, tais como esteira e bicicleta, atendendo a recomendação médica". A Papudinha fica ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda. No local já estão o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Segundo informações do STF, a cela onde Bolsonaro ficará na Papudinha possui 64 metros quadrados e comporta quatro pessoas, mas será usada exclusivamente pelo ex-presidente. Anderson Torres e Silviei Vasques dividem outra unidade semelhante a que o ex-presidente ficará, disse ainda o Supremo. Ao determinar a transferência, Moraes rebateu críticas de que Bolsonaro estaria preso em condições precárias na Polícia Federal. O ministro citou os problemas estruturais do sistema penitenciário brasileiro e disse que o ex-presidente tinha condições privilegiadas em relação aos demais presos do país. Moras também acusou familiares do ex-presidente e seus apoiadores de realizarem uma "campanha fraudulenta" sobre as condições da prisão na PF.

Bebê de 1 ano morre por asfixia em creche clandestina

13/12/2025 - 10:00
Bebê de 1 ano morre por asfixia em creche clandestina
Foto: Reprodução

Uma bebê de um ano morreu após passar o dia em uma creche clandestina em Ceilândia, no Distrito Federal. O caso foi registrado na quinta-feira (11) e é investigado pela Polícia Civil. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi asfixia, mas o laudo que vai detalhar a dinâmica do ocorrido deve ser concluído em até 30 dias. A criança, identificada como Laura Rebeca, foi deixada no local pela primeira vez. A mãe, a cabeleireira Lorraine Stephanie, afirmou que precisou recorrer ao serviço por não conseguir vaga na rede pública e confiou na indicação de conhecidos. A casa onde funcionava a creche fica próxima ao salão onde ela trabalha. Ao retornar para buscar a filha, encontrou a bebê já sem vida. De acordo com a mãe, a responsável pelo local apresentou versões diferentes sobre o que teria acontecido. Em um dos relatos, disse que a criança dormiu após se alimentar e foi encontrada desacordada algum tempo depois. Em outra versão, afirmou que o bebê conforto teria virado. Já em um terceiro relato, disse que precisou se ausentar e deixou a criança sob os cuidados do marido. Na sexta-feira (12), o imóvel estava fechado e não havia crianças no local. A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que não existe creche credenciada no endereço e que vai apurar o caso. A cuidadora deve prestar depoimento oficial nos próximos dias. A reportagem tentou contato com a responsável pelo local, mas não obteve retorno.

Bruno Henrique jogador do Flamengo vira réu por estelionato após decisão unânime da Justiça

05/12/2025 - 07:00
Bruno Henrique jogador do Flamengo vira réu por estelionato após decisão unânime da Justiça
Foto: Ascom/Flamengo

A Justiça do Distrito Federal decidiu, nesta quinta-feira (4), aceitar pedido do Ministério Público e tornar o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, réu por estelionato. A decisão foi unânime entre os desembargadores que analisaram o recurso apresentado pelo Gaeco, grupo do MP voltado ao combate ao crime organizado. Além do jogador, também foram denunciados o irmão dele, Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada Ludymilla Araújo Lima e outras seis pessoas. Caso sejam condenados, as penas previstas para o crime de estelionato variam de um a cinco anos de prisão. Bruno Henrique já respondia a uma ação por fraude esportiva desde julho, mas o juiz havia rejeitado incluir o estelionato na denúncia por considerar que não havia elementos suficientes. O Ministério Público recorreu, e o Tribunal de Justiça do DF decidiu acolher o pedido. A defesa do atleta afirma que o crime de estelionato não se aplica ao caso, porque as casas de apostas, apontadas como possíveis vítimas, não apresentaram denúncia. Os advogados dizem que os investigados apostaram após receberem informação de que o jogador levaria cartão amarelo em uma partida do Brasileirão de 2023. Com a decisão, o processo retorna à primeira instância para continuidade da instrução.

Bolsonaro afirma ter usado “ferro quente” após tornozeleira registrar violação

23/11/2025 - 06:00
Bolsonaro afirma ter usado “ferro quente” após tornozeleira registrar violação
Foto: Reprodução/PF

A tornozeleira eletrônica utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro foi substituída na madrugada do sábado (22) após o sistema de monitoramento registrar uma violação classificada como grave por investigadores. O alerta foi emitido às 0h07, acionando a direção do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica do Distrito Federal e a equipe responsável pelo acompanhamento do ex-presidente. À 1h09, a falha foi confirmada. O dispositivo foi trocado um minuto depois e a nova tornozeleira passou a operar normalmente às 1h15. Informações colhidas pela investigação indicam que o equipamento apresentou sinais compatíveis com tentativa de rompimento da carcaça por meio de instrumentos de soldagem. A Polícia Federal realizará a perícia para identificar o tipo de dano e sua causa. A violação foi mencionada pelo ministro Alexandre de Moraes como um dos fundamentos da ordem de prisão preventiva do ex-presidente. Na decisão, ele registrou ter sido informado sobre o alerta pouco depois da meia-noite e afirmou que o episódio representava risco concreto de fuga. O ministro citou a proximidade entre o condomínio onde Bolsonaro reside e o Setor de Embaixadas Sul, além de lembrar que o ex-presidente esteve na Embaixada da Hungria em 2024 após ser alvo de operação da Polícia Federal. A decisão menciona ainda informações segundo as quais Bolsonaro teria considerado a Embaixada da Argentina como possível rota de evasão, bem como a saída recente do país de parlamentares aliados, interpretada como indicativo de risco elevado de fuga. Moraes também registrou que uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro na sexta-feira (21) poderia favorecer tentativa de evasão durante eventual tumulto. A perícia da Polícia Federal deverá esclarecer de forma detalhada como ocorreu a violação e qual instrumento foi utilizado para danificar o equipamento.

Professor é agredido por pai de aluna dentro de escola após bronca por uso de celular

21/10/2025 - 10:00
Professor é agredido por pai de aluna dentro de escola após bronca por uso de celular
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um professor de 53 anos foi agredido a socos por um pai de estudante, dentro do Centro Educacional 4 do Guará, no Distrito Federal, na manhã desta segunda-feira (20). A confusão começou depois que o educador pediu à aluna que parasse de usar o celular durante a aula. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o homem invade a sala da coordenação e desfere nove golpes contra o professor, que tenta se proteger enquanto é contido por outros funcionários. A filha do agressor aparece nas imagens tentando intervir e conter o pai, aplicando um “mata-leão” para interromper as agressões. O autor, identificado como Thiago Lênin Sousa, foi levado para a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Ele vai responder em liberdade pelos crimes de lesão corporal, injúria e desacato. Em depoimento, afirmou que agiu após receber uma ligação da filha, alegando ter sido xingada pelo professor. A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que a Coordenação Regional de Ensino do Guará acompanha o caso e que o Batalhão Escolar foi acionado para reforçar a segurança. A pasta destacou o compromisso com um ambiente seguro e respeitoso para professores, alunos e toda a comunidade escolar.