Por: Redação / Blog Sudoeste | qua, 17/06/2026 - há 6 horas
Um homem de 35 anos foi preso na segunda-feira (15) em Itapetinga, no Sudoeste da Bahia, sob a suspeita de cometer lesão corporal grave, porte ilegal de arma de fogo e ameaça. A detenção ocorreu durante a Operação Malhas da Lei, deflagrada pelas forças de segurança da região.
De acordo com as investigações da Delegacia Territorial de Macarani, o crime aconteceu no dia 2 de junho deste ano, em Macarani. Na ocasião, o suspeito teria atacado um homem de 31 anos utilizando uma arma de fogo. A autoria foi confirmada pela Polícia Civil após o uso de imagens de câmeras de segurança e outras diligências.
A prisão foi efetivada após o investigado se apresentar espontaneamente na Delegacia Territorial de Itapetinga, acompanhado por um advogado. No local, os agentes cumpriram o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
O homem permanece à disposição do Poder Judiciário e segue custodiado na unidade policial.
Por: Alan Rich / Blog Sudoeste | sex, 08/05/2026 - 09:00
Uma mulher de 26 anos foi presa na tarde desta quinta-feira (07) em um shopping de Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. Ela era considerada foragida da Justiça e responde a um inquérito policial por envolvimento na morte de seu ex-companheiro, crime registrado em março de 2022, na cidade de Macarani.
A captura foi realizada por equipes da 10ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) e do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI). Segundo a Polícia Civil, a vítima foi surpreendida por uma emboscada ao chegar em casa, sendo atingida por vários disparos de arma de fogo. O autor dos tiros foi identificado como o atual companheiro da investigada.
De acordo com o delegado Neuberto Costa, coordenador da 10ª Coorpin, a motivação do crime estaria ligada à disputa pela guarda da filha do casal, que na época tinha um ano e meio. O homem havia obtido na Justiça o direito à guarda compartilhada da criança um dia antes de ser morto, enquanto retornava do trabalho durante a madrugada.
O executor do crime teve a prisão decretada logo após o fato, enquanto a ordem judicial contra a mulher foi expedida em dezembro de 2025. Desde então, ela estava foragida. A suspeita foi conduzida à delegacia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
Por: Alan Rich / Blog Sudoeste | sex, 24/04/2026 - 05:00
Uma adolescente grávida de 17 anos foi apreendida na quinta-feira (23) após confessar ter matado o companheiro em Macarani, no Sudoeste da Bahia. O crime ocorreu na quarta-feira (22).
A vítima foi identificada como Gustavo Silva Oliveira, de 23 anos. Em depoimento à polícia, a jovem afirmou que vivia um relacionamento marcado por episódios de violência doméstica e que já havia sido agredida anteriormente.
Segundo o relato da adolescente, o crime aconteceu após uma discussão motivada por ciúmes. Durante o desentendimento, Gustavo teria voltado a agredi-la, momento em que ela reagiu e o matou.
O corpo de Gustavo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Itapetinga, onde passou por necropsia. A adolescente passou por audiência de custódia na quinta-feira (23), e a Justiça deve decidir sobre as medidas cabíveis para o caso.
O Tribunal do Júri da comarca de Macarani, no sudoeste da Bahia, condenou Max Willian Alves Batista dos Santos a 14 anos de prisão em regime inicialmente fechado pelo homicídio qualificado de Robson Ferreira Silva. O crime, ocorrido na madrugada de 20 de outubro de 2019, durante uma festa no Parque de Exposições de Macarani, foi atribuído a uma disputa entre facções criminosas que atuam na cidade. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), representado pelo promotor de Justiça Mateus de Souza Alves Cavalcanti, a vítima foi surpreendida por um disparo de arma de fogo à queima-roupa e morreu no local, sem chance de defesa. Investigações apontaram que Robson Ferreira Silva era ligado a uma facção rival à de Max Willian, o que teria motivado o homicídio. A denúncia detalha que, antes do crime, o réu gravou um vídeo ao lado de dois comparsas, afirmando que iriam cometer um assassinato. O celular utilizado na gravação foi entregue a um adolescente, que ajudou a distrair a vítima, facilitando a execução. Max Willian fugiu do local logo após o disparo. O crime aconteceu apenas quatro dias depois de o réu ter obtido livramento condicional. O júri reconheceu que o homicídio foi praticado por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A decisão foi considerada um avanço no combate aos crimes violentos ligados ao tráfico de drogas na região.