Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho impuseram novas restrições à entrada de motoristas de aplicativos nas localidades de São Mateus e Tomazinho, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. A determinação foi divulgada por meio de pichações nas ruas, alertando sobre possíveis fuzilamentos de veículos e agressões a motoristas e passageiros que descumprirem a ordem. Segundo a coluna Na Mira, do portal Metrópoles, a proibição busca garantir o controle exclusivo do transporte alternativo na região, explorado pelos próprios criminosos. Entre sábado (15) e domingo (16), um motoqueiro foi agredido após deixar um passageiro em uma das áreas controladas pela facção. Essa prática não é inédita no Rio de Janeiro. Em fevereiro, o Comando Vermelho já havia restringido a circulação de motoristas de aplicativos no bairro Gardênia Azul, na Zona Oeste da cidade. As ameaças também incluíram pichações e relatos de violência contra quem desobedecesse às ordens. Em resposta às ameaças, a Polícia Militar do Rio informou que firmou uma parceria com empresas de transporte por aplicativo para implementar um botão de emergência nos aplicativos. O recurso permite que motoristas acionem rapidamente o serviço 190 ao se sentirem em risco. Além disso, a PM destacou que realiza fiscalizações constantes nas áreas afetadas. A situação reflete o crescente domínio territorial do Comando Vermelho em comunidades da Baixada Fluminense e outras regiões do estado, onde impõe restrições e explora atividades ilegais. A Polícia Militar segue monitorando os casos para combater ações criminosas.
A mulher suspeita de ter matado e decapitado o filho de seis anos em João Pessoa, na Paraíba, morreu na madrugada desta quinta-feira (17). Maria Rosália Gonçalves Mendes, 26 anos, estava internada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa havia um mês e teve uma infecção generalizada. Ela foi atingida por 14 tiros depois de, segundo a polícia, tentar atacar os policiais que chegaram à casa após matar o filho, Miguel Ryan, no dia 20 de setembro. Segundo a Polícia Militar da Paraíba, os vizinhos pediram socorro por volta das 4h, ao escutarem os gritos da criança. Quando os agentes chegaram, a mulher estava sentada em uma cadeira com a cabeça da criança no colo. Segundo os policiais, ela tentou atacá-los com uma faca, mas foi contida pelos agentes, que atiraram. ‘A acusada estava com duas facas e partiu para cima dos policiais, que precisaram atirar’, disse um dos policiais. ‘Foi constatado extrema violência, a criança estava completamente decapitada e apresentava duas lesões na região do coração. Tinha um gato agonizando no outro quarto e vídeos de rituais satânicos de decapitação na casa’, disse um dos peritos que estiveram na casa. Muito emocionado, ele não segurou o choro e precisou abandonar a entrevista. O crime aconteceu em um apartamento no bairro de Mangabeira 4. O corpo do menino foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), enquanto a mãe foi levada para o hospital em estado grave.
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